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Análise: acordo entre UE e México visa corrigir distorção e aumentar exportações

Objetivo da parceria, que será assinada na Cidade do México, é diversificar economias e contornar política tarifária de Donald Trump

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • México e União Europeia planejam modernizar um acordo comercial para reduzir tarifas e diversificar economias.
  • O novo acordo será assinado na Cidade do México por Claudia Sheinbaum e Ursula von der Leyen.
  • O tratado, em vigor desde 2000, coincide com negociações do tratado de livre comércio entre México, EUA e Canadá.
  • O acordo visa corrigir distorções e aumentar exportações mexicanas, enquanto a UE busca equilibrar seu comércio.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

México e União Europeia devem modernizar um acordo para reduzir. O objetivo é diversificar as economias e contornar a política tarifária de Donald Trump. O novo acordo será assinado pela presidente Claudia Sheinbaum e pela líder da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, na Cidade do México.

O tratado está em vigor desde o ano 2000. A atualização do acordo coincide com as negociações entre México, Estados Unidos e Canadá para a revisão do tratado de livre comércio. A União Europeia é o terceiro maior parceiro comercial do México. Em 2025, o comércio bilateral chegou a US$ 94,5 bilhões (R$ 476,2 bilhões, na cotação atual).


Praça com várias bandeiras do México e prédios ao fundo sob céu nublado
União Europeia é o terceiro maior parceiro comercial do México Reprodução/Record News

Em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (22), Ricardo Cabral, especialista em segurança e estratégia internacional, afirma que “o acordo da União Europeia com o México já visa corrigir uma certa distorção”. Segundo ele, a ideia é que os mexicanos aumentem as exportações e o bloco europeu aumente o comércio.

“Mas o México, a exemplo do que aconteceu aqui conosco, recebeu um caderninho de normas fitossanitárias, trabalhistas, ambientais, de que deve se adequar ao padrão europeu no comércio. Estima-se que isso vai levar uns cinco anos, no máximo, mas o México está interessado, porque perdeu uma parte do mercado americano”, ressalta.


Cabral pontua que a União Europeia tem dois parceiros com grandes superávits: a China e os Estados Unidos. A UE também tem superávits, mas sofre agora com as sanções desses países e tenta se reequilibrar, ainda que em um momento de crise energética causada pela suspensão da compra de petróleo russo.

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