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Bashar al Assad rejeita exílio e diz que irá "viver e morrer na Síria"

Presidente garante que intervenção estrangeira teria "consequências globais"

Internacional|Do R7

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Assad enfrenta uma revolta popular que já deixou 37 mil mortos
Assad enfrenta uma revolta popular que já deixou 37 mil mortos SANA/REUTERS

O presidente sírio, Bashar al Assad, rejeitou nesta quinta-feira (8) os apelos para que busque uma saída segura, afirmando que irá "viver e morrer na Síria", em uma entrevista à rede de televisão russa de língua árabe Rusiya Al-Yaum.

Ele também alertou que uma intervenção estrangeira para lidar com o conflito sírio teria "consequências globais".


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Quase 37 mil pessoas morreram na Síria desde o início, em março de 2011, da rebelião contra o regime de Assad, que virou uma guerra civil, segundo o OSDH.

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