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Bombas de fragmentação: o que são as armas proibidas usadas pelo Irã contra Israel

Mísseis de alto risco a civis se espalham mesmo após serem interceptados, explica professor

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Irã recorre ao uso de bombas de fragmentação, armas proibidas por tratado internacional, após perdas significativas em ataques de Israel.
  • A análise do professor Vitelio Brustolin ressalta os altos riscos a civis, mesmo sem os dois países serem signatários do acordo.
  • As munições lançadas pelo Irã se espalham, apresentando perigo às cidades israelenses, mesmo com o sistema antiaéreo em operação.
  • A ofensiva israelense busca enfraquecer a liderança do Irã, que promete retaliação às recentes mortes de altos oficiais.

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Após ataques de Israel provocarem baixas significativas na linha de comando, o Irã apela para o lançamento de bombas de fragmentação, proibidas por tratado internacional. Na análise do professor de relações internacionais Vitelio Brustolin, o fato de nenhum dos dois países ser signatário do acordo não torna o uso menos questionável, dado o alto risco a civis.

Ao serem explodidas, as munições de grande alcance liberam centenas de submunições menores. “O sistema de defesa antiaérea de Israel, que vai interceptar os mísseis do Irã, pode até interceptar essas bombas no ar, mas elas acabam se espalhando da mesma forma. E qual é o problema? O Irã está lançando essas armas contra cidades de Israel”, diz o especialista em entrevista ao Conexão Record News.


Um dia depois da morte do comandante Ali Larijani, Israel confirmou nesta quarta-feira (18) a morte de Esmaeil Khatib, ministro da Inteligência e um dos principais responsáveis pela espionagem e segurança no Irã. Segundo Tel Aviv, a ofensiva faz parte de uma estratégia para enfraquecer a liderança de Teerã, que promete retaliação.

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