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Além do tiroteio em jantar, relembre outros ataques contra Donald Trump

Episódio em evento com jornalistas reacendeu debates sobre a segurança do presidente dos EUA

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump foi retirado de um jantar após barulhos de tiros em Washington.
  • O suspeito foi detido pelo Serviço Secreto com uma espingarda e uma pistola.
  • Trump já sofreu outras duas tentativas de ataque, incluindo um tiro durante um comício na Pensilvânia.
  • Um homem foi condenado à prisão perpétua após tentar matar Trump em um campo de golfe.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Donald Trump já sofreu três tentativas de ataque Reprodução/Instagram @whitehouse

Donald Trump foi retirado às pressas de um jantar com jornalistas neste sábado (25), em Washington, nos Estados Unidos, após barulhos de tiros. O Serviço Secreto deteve o suspeito, que levava uma espingarda, uma pistola e facas.

O episódio repercutiu entre a imprensa internacional e reacendeu debates sobre a segurança do presidente, que já sofreu outras duas tentativas de ataques.


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Tiro em comício

Em 13 de julho de 2024, Trump discursava em um comício em Butler, na Pensilvânia, quando levou um tiro de raspão na orelha. O atirador, identificado como Thomas Matthew Crooks, estava no telhado de um prédio comercial próximo ao local onde acontecia o evento do republicano. Ele foi morto pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos após o atentado.

“Fui atingido por uma bala que perfurou a parte superior da minha orelha direita. Eu soube imediatamente que algo estava errado, pois ouvi um zumbido, tiros e imediatamente senti a bala rasgando a pele. Houve muito sangramento, então percebi o que estava acontecendo”, disse Trump na ocasião.


Tentativa de assassinato

Cerca de dois meses após o comício, Ryan Routh foi condenado à prisão perpétua após tentar matar Trump. O suspeito foi encontrado armado entre arbustos em um local próximo de onde o republicano jogava golfe. Ele tentou fugir, mas foi detido por autoridades americanas.

Durante o julgamento, Routh chegou a negar o crime e se dispôs a um tratamento psicológico. No entanto, investigadores encontraram uma carta de confissão e descobriram que o homem estava seguindo o presidente.

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