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China ameaça retaliar se Reino Unido restringir acesso a veículos elétricos chineses

Pequim destaca a cooperação mútua entre as indústrias automobilísticas dos dois países e pede que o Londres respeite as regras da OMC

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Ministério do Comércio da China ameaçou retaliar caso o Reino Unido restrinja veículos elétricos chineses.
  • A reação chinesa ocorre devido à possível aliança do Reino Unido com a política comercial da União Europeia.
  • O governo britânico considera aplicar tarifas sobre carros elétricos chineses para integrar o programa "Made in Europe".
  • A China destacou a complementaridade das indústrias automobilísticas e pediu ao Reino Unido que respeite as regras da OMC.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Proposta sugere que Reino Unido adote medidas para participar do programa "Made in Europe" Quinn Glabicki/Reuters - 07.05.2026

O Ministério do Comércio da China ameaçou, nesta segunda-feira (19), retaliar caso o Reino Unido adote restrições a veículos elétricos chineses, em meio à possibilidade de Londres alinhar sua política comercial à da UE (União Europeia).

Em comunicado, um porta-voz da pasta afirmou que Pequim acompanha os movimentos britânicos.

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“Se o Reino Unido insistir em adotar medidas restritivas contra os veículos elétricos chineses, a China reagirá firmemente para defender os direitos e interesses legítimos de sua indústria”, declarou.

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A reação ocorre após o governo britânico deixar em aberto a possibilidade de aplicar tarifas sobre carros elétricos chineses para participar do pacote industrial “Made in Europe”.

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Segundo o The Guardian, a proposta franco-alemã prevê que Londres alinhe suas medidas de defesa comercial às da UE, incluindo as tarifas impostas pelo bloco aos veículos elétricos chineses em 2024, como condição para integrar a iniciativa.

Na sexta-feira (16), Downing Street manifestou interesse em incluir o Reino Unido no programa, acrescenta o jornal.

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O ministério chinês ressaltou que as indústrias automobilísticas dos dois países são complementares e que a cooperação bilateral traz benefícios mútuos. Pequim instou Londres a respeitar as regras da OMC (Organização Mundial do Comércio), “pensar duas vezes” antes de agir e não seguir os passos da UE.

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