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Como a Ucrânia transforma efetivo pequeno em alta eficiência contra a Rússia

Especialista analisa estratégia ucraniana que recuperou territórios na região do Donbas

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Operação especial da Ucrânia recuperou territórios na região de Donbas, anteriormente controlados pela Rússia.
  • A "Operação Vivaldi" resultou na perda de dezenas de quilômetros quadrados para Moscou, segundo analistas ocidentais.
  • A Ucrânia utiliza robôs, mulheres operadoras de drones e inteligência artificial para aumentar a eficiência de suas Forças Armadas.
  • Empresas que trabalham para o Pentágono estão ajudando a Ucrânia, fornecendo dados via rede de satélites norte-americana.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Uma operação especial da Ucrânia recuperou territórios controlados pela Rússia na região do Donbas. Analistas ocidentais afirmam que Moscou perdeu dezenas de quilômetros quadrados de território durante a chamada “Operação Vivaldi”. Ainda assim, o presidente Vladimir Putin afirma que a queda do Donbas é inevitável e vai acontecer mais rápido do que Kiev imagina.

No entanto, o especialista em estratégia e segurança internacional Ricardo Cabral aponta que esse discurso não condiz com a realidade. Apesar de a Rússia possuir um efetivo muito maior que o da Ucrânia, Kiev consegue manter um aproveitamento de suas Forças Armadas superior ao de Moscou.

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“[A Ucrânia] está usando muito robô, muita mulher. Olha só que interessante. As mulheres estão se saindo excelentes operadoras de drones. Muito bem-sucedidas, com aproveitamento e eficiência maiores do que os homens. Isso são elementos que estão fazendo com que a Ucrânia resista. E existe também um outro elemento, que é a utilização da inteligência artificial”, pontua Cabral.

Ele afirma que, apesar de os Estados Unidos negarem uma participação direta na guerra, empresas que trabalham para o Pentágono foram liberadas para assessorar a Ucrânia. “Os drones, o levantamento, por exemplo, a Starlink, que não deveria se empenhar na guerra, ela fornece dados, ela abre dados para que os ucranianos acessem a rede de satélites norte-americana, que é uma das mais sofisticadas do mundo. Então os ucranianos, mesmo com pouco efetivo, conseguem ser eficientes.”

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