Conselho de Segurança da ONU é ‘extremamente discriminador’, afirma especialista
Secretário-geral António Guterres defendeu, em discurso nesta terça (22), que a África deveria ter representantes no grupo
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Durante discurso na 81ª Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), realizada em Nova York na manhã desta terça-feira (22), o secretário-geral António Guterres foi enfático ao defender que a África deveria ter uma cadeira no Conselho de Segurança da organização.
Para Marcus Vinícius de Freitas, professor da Universidade de Relações Exteriores da China, “esse Conselho das Nações Unidas é extremamente discriminador com relação ao mundo atualmente”, com as decisões centralizadas apenas nos cinco membros permanentes, sendo eles China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia.
Em entrevista ao Alerta Brasil, o docente pontua que, ainda que a participação de novos países seja expandida, fica a dúvida se eles terão direito a veto. “Não adianta você virar membro permanente do Conselho das Nações Unidas sem ter o direito de veto, porque basicamente você continua sem poder exercer uma mão importante na decisão e na determinação da agenda global”, frisa.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!








