Cristão é queimado vivo pelo Estado Islâmico no Egito
Pai do homem também foi morto, mas a tiros
Internacional|Ansa

Um cristão egípcio foi queimado vivo pelo Estado Islâmico (EI, ex-Isis) e seu pai foi assassinado a tiros em Alarixe, na região nordeste da península do Sinai.
Segundo fontes de segurança do Egito, as duas mortes aconteceram após os jihadistas terem ameaçado atacar cristãos egípcios, principalmente os do grupo étnico-religioso dos copta, através de um vídeo publicado por eles na madrugada na última segunda-feira (20).
O homem que foi queimado vivo se chamava Medhat Hana e tinha 45 anos. Já a vítima que foi morta a tiros era seu pai, Saad, de 65 anos.
À ANSA, as fontes de segurança do país apenas confirmaram a causa da morte dos dois e que os corpos foram encontrados na manhã desta quarta-feira (22) "atrás de uma escola no centro de Alarixe".
Os coptas representam cerca de 10% da população do Egito e a maior comunidade cristã do Oriente Médio. Por isso, os jihadistas egípcios do EI afirmaram em vídeo que este grupo era a "presa favorita" do Estado Islâmico e que o atentado a uma igreja no Cairo que resultou na morte de 27 pessoas foi "apenas o começo" da perseguição contra esses "infiéis".
Só neste ano outros três coptas foram mortos a tiros em Alarixe, onde o grupo terrorista conduz há três anos e meio uma sangrenta guerrilha contra as forças armadas do Egito.
Desde que o Estado Islâmico tomou conta de regiões do Iraque e da Síria, muitas mulheres já revelaram o dias de sofrimento que sofreram na mão de extremistas. De acordo cm organizações de Direitos Humanos, as mulheres são os principais alvos de terrori...
Desde que o Estado Islâmico tomou conta de regiões do Iraque e da Síria, muitas mulheres já revelaram o dias de sofrimento que sofreram na mão de extremistas. De acordo cm organizações de Direitos Humanos, as mulheres são os principais alvos de terroristas, que as mantém como reféns e, eventualmente como escravas sexuais. Isso foi o que aconteceu com Hanan, 26, quando seu marido tentou fugir do grupo terroristas em abril de 2016, o que fez com que os rebeldes decidissem punir a ela.






















