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‘É necessária uma coalizão internacional para reabrir Ormuz’, avalia pesquisador

Reino Unido anuncia envio de novos equipamentos para reforçar missão defensiva e garantir a segurança na passagem estratégica

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Reino Unido reforça missão defensiva no estreito de Ormuz com novos equipamentos e investimentos.
  • Mais de mil militares britânicos estão na região para garantir a segurança e liberdade de navegação.
  • Pesquisador destaca a necessidade de uma coalizão internacional para reabrir Ormuz, citando experiências passadas.
  • Bloqueio do Irã e intervenções dos EUA complicam a situação, afetando globalmente.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Reino Unido anunciou o envio de novos equipamentos para reforçar a missão defensiva e garantir a segurança do estreito de Ormuz. Segundo o ministro da Defesa, o país vai contribuir com equipamentos autônomos de busca de minas, caças e navios de guerra. A ajuda britânica vai ser apoiada por 115 milhões de libras em novos fundos, incluindo sistemas antidrones.

O objetivo é garantir a liberdade de navegação em meio ao aumento das tensões regionais. O Reino Unido já tem mais de mil militares destacados na região como parte das operações defensivas existentes, incluindo equipes de combate a drones e esquadrões de caças.


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Em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (13), Vitelio Brustolin, professor de relações internacionais e pesquisador, avalia que a ajuda de outros países para tentar mediar a situação “demorou bastante”.

Brustolin cita o fechamento da passagem estratégica que ocorreu em 1987 e 1988, quando Reino Unido e França contribuíram para a reabertura, em um processo de 14 meses de operações de limpeza das minas e em escolta de navios.


“É necessária, sim, uma coalizão internacional para reabrir Ormuz. É uma rota de navegação natural que não pode ser fechada por um país como o Irã. Ao mesmo tempo, esses países não querem se envolver em uma guerra impopular, para a qual não foram consultados”, afirma.

Segundo o professor, esse fechamento do canal pelo lado do Irã e o bloqueio pelos Estados Unidos tendem a ser um jogo demorado e, até que ele se finalize, “o mundo inteiro é prejudicado”.

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