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Egito investiga novos suspeitos pela morte de estudante italiano

Corpo do pesquisador foi encontrado com sinais de tortura, incluindo as duas orelhas mutiladas

Internacional|Da ANSA

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Até o momento, não acredita-se em crime relacionado às drogas, sequestro ou um crime passional
Até o momento, não acredita-se em crime relacionado às drogas, sequestro ou um crime passional

Antes de desaparecer no Cairo, no dia 25 de janeiro, o italiano Giulio Regeni "efetuou 20 telefonemas", informou uma "fonte da segurança" ao jornal egípcio Akhbar Al Youm neste sábado (27).

Segundo a publicação, o "relatório da empresa de telefonia dados aos investigadores fornece provas claras" para apontar os "suspeitos" do assassinato. O jornal também diz que o material está sendo muito valioso para as equipes de investigação no Egito e na Itália.


O jornal ainda informa que com essas informações, novos suspeitos foram incluídos no caso. "Os serviços de segurança estão quase terminando o interrogatório das pessoas para quem ele telefonou e de seus amigos", escreve ainda a publicação.

No entanto, a Procuradoria de Roma pontua que as investigações estão verificando a morte como sendo causada por "profissionais" de tortura, que teriam sido contratados para matar o pesquisador por causa de seu trabalho.


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Até o momento, não acredita-se em crime relacionado às drogas (a autópsia não apontou nenhum traço de substâncias entorpecentes), a sequestro ou um crime passional.

O corpo do pesquisador de 28 anos foi encontrado no dia 3 de fevereiro com sinais de tortura, incluindo as duas orelhas mutiladas e duas unhas arrancadas.


Ele era natural de Fiumicello, no norte da Itália, e foi enterrado no último dia 12, em uma cerimônia com mais de 3.000 pessoas.

Regeni estava no Cairo para uma tese acadêmica sobre a economia local e sindicatos independentes, mas também contribuía com o jornal comunista Il Manifesto. Antes de sumir, ele chegou a enviar um artigo — publicado após sua morte — pedindo para o diário usar um pseudônimo.

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