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Eleições no Uruguai têm alta participação popular e seguem com tranquilidade 

País está a aproximadamente uma hora do fechamento das seções eleitorais 

Internacional|Do R7

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As eleições presidenciais e legislativas que acontecem neste domingo (26) no Uruguai transcorrem com "tranquilidade" e "alta participação popular", destacaram fontes da Corte Eleitoral.

A aproximadamente uma hora do fechamento das seções eleitorais "a normalidade é total e a participação popular alta", destacou à Agência EFE o vice-presidente da Corte Eleitoral, Wilferdo Penca.

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O voto no Uruguai é obrigatório e tradicionalmente a abstenção gira em torno de 10% a 15%. A percepção da corte, que percorreu várias seções eleitorais de Montevidéu, onde vive a metade dos 3,4 milhões de habitantes do país, e pela informação recebida do resto dos departamentos, a percepção é de "uma alta participação popular".

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Cerca de 2,6 milhões de uruguaios estão convocados a votar e o horário de votação vai até as 19h30 (local, a mesma de Brasília), com a possibilidade de uma prorrogação de 30 minutos se houver eleitores dentro dos locais de votação que ainda não votaram.

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Penca disse que no início da jornada eleitoral, às 08h houve "pequenos problemas" para a integração de alguma mesa pela ausência dos funcionários públicos responsáveis pelas mesas. Segundo ele os inconvenientes "foram solucionados rapidamente" com a convocação dos respectivos suplentes.

Em outras mesas receptoras de votos, especialmente nas de idosos, "as filas foram maiores por causa do maior tempo que eles necessitam para emitir o voto", assinalou.

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Enquetes 

Segundo todas as enquetes, o candidato da coalizão de esquerda Frente Ampla (FA), o ex-presidente Tabaré Vázquez (2005-2010), é o favorito, mas sem conseguir maioria suficiente para encerrar a disputa no primeiro turno.

O mais provável é que seja necessário um segundo turno entre Vázquez e o candidato do Partido Nacional, ou "Blanco", principal da oposição, Luis Alberto Lacalle Pou, em 30 de novembro para definir o sucessor de José Mujica. Também ainda não se sabe se o FA conseguirá manter a maioria parlamentar que tem nas câmaras de senadores e deputados. 

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