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Em Davos, Trump expõe sua vitória nas negociações com China e México

O presidente dos Estados Unidos dedicou seu discurso de meia hora para destacar as realizações econômicas registradas durante seu mandato

Internacional|Da EFE

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Trump destacou que a renegociação de acordo comercial foi um sucesso
Trump destacou que a renegociação de acordo comercial foi um sucesso

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expôs nesta terça-feira (21) no Fórum Econômico Mundial de Davos, a vitória de seu governo nas negociações comerciais com a China, México e Canadá, além de uma longa lista de avanços econômicos em seu país.

"Suportamos o desastre que significou o Nafta (Tratado Norte-Americano de Livre Comércio), que foi o pior assinado nos últimos 25 anos e causou a perda de um em cada quatro empregos no setor industrial", lamentou o presidente.

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Ele destacou que a renegociação desse acordo comercial foi um sucesso e que o emprego no mercado dos EUA será beneficiado, assim como o resultado das negociações comerciais com a China concluídas na mesma semana que as do Nafta.

"A China prejudicou nosso comércio, mas ninguém pensou em fazer algo a respeito até que decidimos enfrentar o problema. Então a China concordou em fazer coisas como proteger a propriedade intelectual, abrir seu setor financeiro e manter sua moeda estável", afirmou.

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Trump disse que essas e outras concessões nunca seriam possíveis se ele não recorresse aos fortes aumentos tarifários que afetaram as importações chinesas. No entanto, garantiu que neste momento "as relações com a China nunca foram tão boas quanto agora".

"O sonho americano está de volta", insistiu o presidente dos EUA, diante de um auditório lotado de centenas de altos executivos das empresas mais importantes do planeta que participam da 50ª edição do Fórum.

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Trump dedicou seu discurso de meia hora para destacar as realizações econômicas registradas durante seu mandato, incluindo "níveis históricos de crescimento e criação de empregos".

"Criamos mais de 7 milhões de empregos quando a projeção era de dois. O desemprego caiu para níveis recordes", disse Trump, garantindo assim que os trabalhadores latino-americanos e afro-americanos e outras minorias se beneficiaram bastante com essas melhorias.

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Trump se recusou a participar da conversa que geralmente segue os discursos dos chefes de Estado e na qual o fundador do Fórum, Klaus Schwab, faz perguntas atuais e de interesse dos participantes.

Alguns executivos consultados pela Agência Efe lamentaram que Trump não tenha mencionado a crise climática, exceto para atacar indiretamente aqueles que fazem o alerta e que ele considera catastróficos.

"É um discurso dirigido aos eleitores americanos, não devemos esquecer que já está em campanha", afirmou um empresário.

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