‘Ghost Murmur’: como a CIA rastreou batimentos cardíacos de piloto americano no Irã
Equipamento utiliza tecnologia que mede campos magnéticos para rastrear os sinais eletromagnéticos produzidos pelo coração humano
Internacional|Do R7
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A operação de resgate do piloto que estava no caça abatido no Irã contou com uma grande mobilização das forças armadas dos Estados Unidos, além de uma nova ferramenta da CIA, a Agência Central de Inteligência norte-americana, conhecida como Ghost Murmur.
Segundo informações do jornal New York Post, a tecnologia consegue rastrear o batimento cardíaco de um humano, usando magnetometria quântica de longo alcance e inteligência artificial para isolar a assinatura de outros ruídos.
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A operação de resgate do militar americano em território iraniano marcou a primeira vez que a ferramenta foi usada em campo pela agência dos EUA. Uma fonte ouvida pelo jornal comparou os sons recebidos pelo sistema com o barulho de um estádio de futebol.
“É como ouvir uma voz em um estádio, só que o estádio são mil quilômetros quadrados de deserto. Nas condições certas, se seu coração estiver batendo, nós o encontraremos”, explicou.
O jornal também apurou que a tecnologia foi criada pela empresa Skunk Works, divisão de desenvolvimento avançado da Lockheed Martin, e testada com sucesso em helicópteros Black Hawk. Acredita-se que no futuro o Ghost Murmur possa ser usado em missões e caças F-35.
Resgate do piloto americano no Irã
A operação de resgate do militar norte-americano foi descrita pelo presidente Donald Trump como “histórica” em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (6). A missão contou com 155 aeronaves dos EUA, incluindo 64 caças, 48 aviões-tanque de reabastecimento e 13 aeronaves de resgate.
O republicano também detalhou uma ação montada para “enganar” o Irã. De acordo com ele, as forças americanas foram posicionadas em sete regiões diferentes para distrair as tropas iranianas que procuravam o piloto abatido.
O oficial do sistema de armas F-15 passou mais de 24 horas em montanhas iranianas. Antes de ser encontrado, ele escalou um terreno íngreme e cuidou dos próprios ferimentos, como aprendeu em treinamentos militares.
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