Logo R7.com
RecordPlus

Governo americano divulga novas acusações contra 17 hackers apoiados pelo Irã

Invasões ocorreram entre 2013 e 2017, afetando milhares de contas de e-mail de professores

Reuters

Internacional|Da Reuters

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Departamento de Justiça dos EUA divulgou novas acusações contra 17 hackers ligados a uma empresa iraniana, acusados de ataques cibernéticos e roubo de dados.
  • Os ataques foram realizados pelo Instituto Mabna em nome da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, visando universidades, empresas e órgãos governamentais dos EUA.
  • As acusações revelam uma campanha patrocinada pelo Estado para roubar pesquisas e propriedade intelectual de instituições norte-americanas.
  • O Departamento de Estado dos EUA oferece uma recompensa de US$ 10 milhões por informações que levem à localização dos acusados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Programa "Recompensas pela Justiça" oferece R$ 52 milhões por informações sobre os acusados Kevin Lamarque/Reuters – 24.01.2023

O DOJ (Departamento de Justiça dos Estados Unidos) divulgou nesta terça-feira (18) novas e atualizadas acusações contra 17 indivíduos que trabalhavam para uma empresa iraniana que, segundo o órgão, teria realizado ataques cibernéticos e roubo de dados contra universidades, empresas e órgãos governamentais dos EUA.

O Departamento de Justiça afirmou em comunicado que os indivíduos trabalhavam com o Instituto Mabna, que realizou campanhas de invasão em nome da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã e de outros clientes do governo e de universidades iranianas.


As campanhas tinham como alvo centenas de universidades norte-americanas e internacionais, dezenas de empresas dos EUA e pelo menos cinco órgãos governamentais estaduais e federais, segundo o departamento.

Veja Também

Uma acusação anterior, anunciada em março de 2018, havia indiciado nove dos 17 por uma campanha de invasão que teve como alvo o Departamento do Trabalho dos EUA, as Nações Unidas e redes de computadores no Havaí e em Indiana.


Representantes do governo iraniano nas Nações Unidas em Nova York não responderam imediatamente a um pedido de comentário. As informações de contato do Instituto Mabna não estavam imediatamente disponíveis.

As acusações anunciadas nesta terça-feira revelam “a rede mais ampla supostamente por trás de uma campanha abrangente, patrocinada pelo Estado, para roubar pesquisas e propriedade intelectual de universidades, empresas e instituições governamentais norte-americanas”, afirmou Jamie McDonald, procurador federal do Distrito Sul de Nova York, no comunicado.


O programa “Recompensas pela Justiça” do Departamento de Estado dos EUA anunciou nesta terça-feira uma recompensa de US$ 10 milhões por informações que levem à localização de várias das pessoas incluídas nas acusações divulgadas nesta terça-feira.

De acordo com o comunicado divulgado pelo DOJ (Departamento de Justiça), o Instituto Mabna atuou pelo menos desde 2013 até 2017 e teve como alvo mais de 100 mil contas de professores em todo o mundo, incluindo a invasão bem-sucedida de cerca de 8.000 contas de e-mail de professores em 144 universidades sediadas nos EUA e 178 universidades em outros países.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.