Guerra na Europa: hoje, Ucrânia perde menos em uma negociação, diz especialista
Apesar de um cessar-fogo temporário ainda acontecer ‘nos papéis’, russos e ucranianos se acusam de violação do acordo; entenda
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Apesar de Kiev e Moscou terem concordado com um cessar-fogo temporário até esta segunda-feira (11), autoridades militares regionais da Ucrânia relataram novos ataques de drones russos e confrontos nas últimas 24 horas.
Donald Trump afirmou que acreditava na prorrogação da trégua, mas tanto o governo ucraniano quanto o russo trocavam acusações entre si sobre violações do acordo. Há relatos de mortos e feridos em várias regiões.
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Volodymyr Zelensky comunicou que Moscou se absteve de ataques aéreos com mísseis em grande escala, mas que continuou os ataques em partes do front de batalha, onde as tropas russas avançavam. Em contrapartida, a Rússia afirmou que foram abatidos 57 drones ucranianos no último dia como resposta “na mesma moeda”.
“A Ucrânia está, até por motivos bem próprios, até por sua própria conta, se defendendo melhor [...] independente do poder americano, independente do dinheiro que chega da Europa [...] Talvez tivesse sido melhor os russos negociarem com a Ucrânia naquele momento em que ela estava mais fragilizada. Talvez hoje a Ucrânia perca menos numa mesa de negociação [...] os russos perderam o time, perderam o momento certo de sentar na mesa de negociação”, explicou o professor de relações internacionais Leonardo Trevisan, em entrevista ao Conexão Record News.
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