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‘A China já está dizendo exatamente quais são os limites à visita de Trump’, diz especialista

Nas vésperas da reunião diplomática entre o líder norte-americano e Xi Jinping, o governo chinês se mostra opositor dos EUA

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A China manifesta oposição às sanções dos EUA contra empresas chinesas envolvidas com o Irã.
  • Um porta-voz chinês classifica as sanções como "ilegais e unilaterais".
  • O especialista Leonardo Trevisan afirma que a China tem limites para a visita de Trump, incluindo não condenar empresas chinesas que negociam com o Irã.
  • A visita de Trump a Pequim pode não ser como ele espera, devido às restrições impostas pela China.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A China expressou oposição quanto às sanções dos Estados Unidos contra três empresas sediadas em território chinês, que, segundo Washington, teriam facilitado as operações militares do Irã.

Um porta-voz do governo chinês classificou as restrições como “ilegais e unilaterais”, além de ressaltar que o país vai proteger firmemente os direitos e interesses legítimos das empresas, com ênfase em evitar uma retomada de conflitos.


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A China já está dizendo exatamente quais são os limites à visita de Trump [...] Não há dúvida nenhuma de que a China favorece o Irã [...] ficou mais do que provado que o Irã só conseguiu atacar as bases americanas no Catar, nos Emirados Árabes Unidos, até mesmo na Arábia Saudita, por uma única razão [...] a China tem, sim, algum apoio e vai continuar ajudando o Irã”, explicou o professor de relações internacionais Leonardo Trevisan, em entrevista ao Conexão Record News.

Além disso, o especialista também ressaltou que a visita de Trump a Pequim pode não ser “tudo o que ele imagina”, já que a China tem fixado seus limites, sendo um deles a não condenação das empresas chinesas que fazem negócios com o Irã.

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