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Intervenção em Ormuz ‘tiraria do Irã uma ferramenta de pressão na economia global’; veja análise

Especialista também avaliou a possibilidade do envolvimento da Arábia Saudita no conflito

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • António Costa afirma que a Rússia é a principal vencedora da guerra no Oriente Médio.
  • O professor Vitélio Brustolin fala sobre o impacto da possível ocupação do Estreito de Ormuz.
  • Ocupar Ormuz removeria a pressão econômica que o Irã exerce no cenário global.
  • Brustolin destaca a Arábia Saudita como potencial envolvida no conflito, lucrando com o escoamento de petróleo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Segundo António Costa, presidente do Conselho Europeu, o maior vencedor da guerra no Oriente Médio é a Rússia. Durante uma conferência realizada nesta terça (10), ele afirmou que Moscou lucra com o desvio de capacidades militares que poderiam ser enviadas à Ucrânia.

Costa também aproveitou para enfatizar a necessidade de a União Europeia proteger a ordem internacional, seguindo as regras que Donald Trump desafia com o conflito. O professor de relações internacionais na UFF (Universidade Federal Fluminense) Vitelio Brustolin enxerga um cenário complicado nas mãos da Europa, que no momento toma uma postura defensiva.


Entretanto, ele admite que outras nações envolvidas estão em situações ainda mais imprevisíveis. Ele especula o que acontecerá com o Estreito de Ormuz nos próximos dias da guerra. “Trump falou ontem [segunda] que poderia ocupar o Estreito. [...] Se isso for feito, tiraria do Irã um mecanismo de pressão na economia global. Ao mesmo tempo, enfraqueceria bastante a potencialidade do Irã de criar crises como essa”, ele analisou no Conexão Record News da terça-feira.

Brustolin abordou o envolvimento do Oriente Médio no conflito e colocou um holofote sobre a Arábia Saudita, que poderia se envolver no conflito de maneira estratégica. Isso se deve ao fato de a nação conseguir escoar petróleo por outras rotas e se beneficiar dos embates em Ormuz. “Ela consegue continuar escoando boa parte da sua produção para fora do Golfo Pérsico e aproveita o momento em que os preços subiram para lucrar mais.”

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