Irã já tem três substitutos para qualquer liderança que Israel possa matar, diz especialista
Ao mesmo tempo que prova eficiência das Forças israelenses, assassinato de chefe de inteligência revela solidez do regime dos aiatólás
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
O ministro da Defesa de Israel afirmou que o chefe de inteligência da Guarda Revolucionária do Irã foi morto nesta segunda-feira (6) em um ataque no Irã. Para o professor de relações internacionais Leonardo Trevisan, enquanto a ação atesta a eficiência do exército israelense, ela também prova que “não é por aí que você vai derrubar o regime iraniano“.
Majid Khademi era um dos principais responsáveis por operações de inteligência e contraespionagem do país. Ainda segundo o Ministério, ele também participava de operações contra alvos israelenses e norte-americanos. Teerã disse que vai responder e classificou o ataque como terrorismo.
Ao programa Conexão Record News, Trevisan pondera que, do mesmo jeito que o exército israelense é eficiente para eliminar lideranças, o Irã está sempre a um passo à frente quanto às sucessões: desde a era de Ali Khamenei, toda liderança tem pelo menos três substitutos já definidos. “Em outras palavras, o regime se mantém. Observe que Trump sequer fala em substituição, troca do regime, porque isso não vai funcionar.”
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