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Justiça dos EUA condena empresa por não fotografar casamento gay

Os donos do estúdio localizado em Albuquerque terão que pagar uma multa e uma indenização

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Apesar da polêmica, diversos países do mundo estão tornando legal a união entre pessoas do mesmo sexo
Apesar da polêmica, diversos países do mundo estão tornando legal a união entre pessoas do mesmo sexo

A Suprema Corte norte-americana anunciou na segunda-feira (7) que não irá retomar o caso de uma empresa já condenada por ter se negado a fotografar o casamento de um casal de lésbicas, em uma decisão comemorada por organizações LGBTs.

O caso foi apresentado perante a mais alta corte judicial dos Estados Unidos pelo estúdio fotográfico Elane Photography, que alegou ter se recusado a fotografar o casamento de um casal de lésbicas em nome da liberdade de expressão.

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Os donos do estúdio localizado em Albuquerque (Novo México, sudoeste do país) já haviam sido condenados a pagar uma multa por violação de leis anti-discriminação do estado e recorreram da sentença.

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A associação de defesa dos direitos homossexuais Human Rights Campaign saudou a não intervenção da Suprema Corte, avaliando que o ato "reforça a aplicação das leis anti-discriminação".

"Quando as empresas abrem suas portas ao público, devem se submeter às leis e não estão isentas disso em nome de suas crenças pessoais", frisou a Human Rights Campaign.

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Já a organização Family Research Council classificou a decisão de "chocante". "Será que a Suprema Corte pensa que o preço a pagar pela cidadania é ceder sua liberdade de consciência?", questionou.

O caso foi bastante acompanhado tanto por defensores quanto por detratores do casamento homossexual nos Estados Unidos, onde situações parecidas foram registradas em vários estados.

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No estado do Arizona, próximo do Novo México, um projeto de lei que permitiria a empresários não atenderem clientes homossexuais em virtude de suas crenças religiosas foi vetado pela governadora, Jan Brewer.

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