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Lei antiarmas nos EUA precisa incluir mais checagens, diz senador

Internacional|Do R7

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WASHINGTON, 21 Mar (Reuters) - O líder da maioria democrata no Senado dos Estados Unidos, Harry Reid, disse nesta quinta-feira que qualquer nova lei para o controle de armas precisará, para ser eficaz, incluir verificações mais completas dos antecedentes de interessados em adquirir armas de fogo, como deseja o presidente norte-americano, Barack Obama.

Reid manifestou a esperança de que republicanos e democratas cheguem logo a um acordo sobre as novas regras para a checagem de antecedentes criminais e de possíveis problemas de saúde mental dos compradores, inclusive em vendas feitas por particulares.

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Comerciantes de armas com registro federal já são obrigados a fazer essas verificações, mas cerca de 40 por cento das armas são adquiridas de particulares, hoje isentos da regra.

As pesquisas mostram que 90 por cento dos norte-americanos são favoráveis à verificação de antecedentes criminais e psicológicos de todos os compradores de armas.

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O Senado vai iniciar a tramitação da lei antiarmas quando voltar do recesso de Páscoa, em 8 de abril.

Reid disse que vai apresentar um projeto no Senado que inclua as verificações de antecedentes, junto com duas medidas recentemente aprovadas pela Comissão de Justiça da Casa.

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Uma delas prevê mais repressão ao tráfico de armas, e outra libera 40 milhões de dólares por ano na próxima década para reforçar a segurança nas escolas.

Obama propôs o pacote antiarmas depois do massacre de 20 crianças e 6 adultos em uma escola primária de Connecticut, em dezembro, num crime que chocou o país.

(Reportagem de Thomas Ferraro)

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