Logo R7.com
RecordPlus
‌

Meio ambiente: o que esperar da COP17 da Biodiversidade, que começou nesta segunda (19)

Revisões das metas de proteção avaliam ‘onde estamos e o que temos que fazer para seguir em frente’, afirma ambientalista

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A COP17 da biodiversidade começou na Armênia, reunindo representantes de 200 países para discutir a proteção da natureza.
  • O evento revisará as 23 metas do Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal, estabelecidas na COP15 em 2022.
  • O Brasil comprometeu-se a restaurar 30% dos ecossistemas degradados até 2030, mas necessita de financiamento significativo.
  • Magno Castelo Branco destacou a importância do financiamento de países ricos para implementar projetos ambientais globais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A COP17 (Conferência das Partes) da Biodiversidade foi iniciada nesta segunda-feira (19) na Armênia e deve reunir representantes de pelo menos 200 países para debater a proteção e restauração da natureza. Também há expectativa para uma revisão das 23 metas a serem alcançadas até 2030, definidas pelo Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal, criado na COP15, em 2022.

O Brasil foi uma das nações que aderiu ao marco e deve cumprir até o prazo estipulado medidas como restaurar 30% dos ecossistemas degradados pela ação humana. “A gente precisa de uma quantidade de financiamento muito grande para atingir esses objetivos [...] e essa COP agora se mostra como um marco revisionário [...] de onde viemos, onde estamos e o que temos que fazer para seguir em frente”, afirmou Magno Castelo Branco.

‌

Biólogo e membro do painel de experts das Nações Unidas, Magno destacou, no Conexão Record News desta segunda-feira (19), que o financiamento de países ricos a projetos ambientais como esses é fundamental para a implementação das metas. O especialista afirmou que, ao se preservar a biodiversidade, os ecossistemas e serviços ambientais, como o ciclo hidrológico, os benefícios gerados são globais.

“Quando a gente protege a Amazônia, a gente causa benefícios não só para o Brasil, mas para outros países, principalmente na América Latina. Só que a gente precisa de financiamento para fazer essa conservação. [...] Quem preserva dá benefício para um monte de gente, mas é quem arca com os custos“, concluiu.

Search Box

Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.