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‘Milhões de pessoas sofrem por 30 mil; Hamas não quer baixar as armas de jeito nenhum’, diz especialista

Enquanto Israel é acusado de limitar o acesso dos palestinos à água, professor ressalta responsabilidade dos terroristas

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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Apesar de o cessar-fogo em Gaza estar em vigor desde outubro de 2025, Israel e o grupo terrorista Hamas ainda trocam acusações sobre violações da trégua. Nesse cenário, a organização “Médicos Sem Fronteiras” acusou o governo israelense de usar o acesso à água como arma contra os palestinos.

Segundo o relatório apresentado, dados de 2024 e 2025 afirmaram que o uso do recurso pelas autoridades israelenses seguiu um padrão recorrente sistemático. O texto revelou que Israel tem privado os moradores do uso da água, no âmbito de uma campanha de punição coletiva.


Além disso, também foi apontado que a guerra na Faixa de Gaza danificou cerca de 90% das infraestruturas de saneamento e água na região.

“São milhões de pessoas vivendo na Faixa de Gaza, e há não muito tempo falamos de como os integrantes do Hamas são em 30 mil. Então milhões de pessoas sofrem por 30 mil. O Hamas se comprometeu a baixar as armas no acordo de cessar-fogo; o Hamas nunca baixou as armas [...]. Foi oferecida uma anistia ao Hamas; eles não querem abaixar as armas de jeito nenhum. Agora, também não é certo afetar a água que serve de sustento a milhões de pessoas”, argumentou o pesquisador e professor Vitelio Brustolin, em entrevista ao Conexão Record News.

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