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Motos aquáticas, respiradores: como é o resgate dos corpos dos mergulhadores nas Maldivas

Reino Unido e a Austrália forneceram equipamentos especializados para os socorristas

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Equipes de resgate trabalham para recuperar os corpos de cinco mergulhadores desaparecidos nas Maldivas.
  • Três dos cinco corpos já foram recuperados; os outros dois devem ser resgatados até quarta-feira (20).
  • Missões de resgate são complexas e de alto risco, especialmente após a morte de um socorrista militar por descompressão subaquática.
  • Equipamentos especializados foram enviados pelo Reino Unido e Austrália, e mergulhadores de elite da Finlândia estão na operação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Cinco mergulhadores morreram durante uma expedição nas Maldivas, na quinta-feira (14) Montagem/Reprodução/Redes sociais/@Giorgia Sommacal/@Muriel Oddenino/@federico__gualtieri/Fondazione Premio Atlantide/Albatros Top Boat

Equipes de resgate continuam trabalhando para recuperar os restos mortais dos cinco mergulhadores que morreram durante uma expedição no Atol de Vaavu, nas Maldivas. Até o momento, três corpos foram retirados do mar. Os outros dois devem ser resgatados até quarta-feira (20).

A operação envolve esforços de diferentes países e é considerada complexa e de alto risco. No último sábado (16), um socorrista militar morreu após sofrer uma descompressão subaquática durante uma das missões de resgate.


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Desde então, autoridades redobraram os cuidados. Três mergulhadores de elite da Finlândia, conhecidos por trabalharem em algumas das missões mais difíceis do mundo, foram enviados à região. Além disso, o Reino Unido e a Austrália forneceram equipamentos especializados, como scooters subaquáticas e respiradores com sistema de reciclagem de ar.

Segundo o jornal The Sun, cada tentativa de mergulho para recuperar os corpos dura cerca de três horas e é abortada caso sejam encontrados obstáculos. O objetivo é proteger as equipes de resgate e evitar mais mortes na região.


Outra preocupação envolve a presença de tubarões no mar. “Em águas quentes, mesmo que não saibamos exatamente qual fauna existe na caverna, não podemos descartar o risco de predadores como tubarões ou impactos ambientais”, disse Laura Marroni, CEO da DAN Europe, uma organização de segurança de mergulho.

Acidente nas Maldivas

De acordo com a imprensa italiana, os cinco mergulhadores saíram para o passeio na manhã de quinta-feira (14) e foram dados como desaparecidos no início da tarde, quando não retornaram à superfície. Quem notificou o sumiço do grupo foi a tripulação da embarcação de mergulho em que viajavam.


Entre os exploradores estavam membros da Universidade de Gênova, como a professora Monica Montefalcone, sua filha e estudante Giorgia Sommacal, a pesquisadora Muriel Oddenino e o graduado em biologia Federico Gualtieri. A quinta pessoa era um instrutor de mergulho identificado como Gianluca Benedetti.

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