Pai de repórter assassinada ao vivo defende restrição da venda de armas nos Estados Unidos
Para Andy Parker, as atuais leis "facilitam o acesso de indivíduos perigosos a armas de fogo"
Internacional|Do R7

Em artigo publicado neste domingo (30) no portal do jornal The Washington Post, o pai da repórter Alison Parker, assassinada durante uma transmissão ao vivo para um canal do estado da Virgínia, defendeu a restrição da venda e do porte de armas nos Estados Unidos, país que tem 9 armas para cada 10 pessoas.
No texto, Andy Parker afirma que vai fazer "o que for preciso" para "tentar implementar medidas eficazes e razoáveis para que coisas como essa não aconteçam novamente".
Polícia confirma morte de atirador de Virgínia
Novas imagens mostram, na íntegra, momento em que atirador se aproxima das vítimas na Virgínia
Parker também lembrou outros massacres com armas de fogo recentes, como o assassinato de nove fieis de uma igreja histórica afro-americana na Carolina do Sul e o tiroteio que deixou mais de 20 crianças mortas em uma escola em Connecticut.
Segundo o pai da repórter assassinada, as atuais leis de armamento em vigor nos Estados Unidos são mantidas por diversos políticos que recebem doações da indústria das armas. Parker acredita que essas leis "facilitam o acesso para que indivíduos perigosos tenham armas de fogo".
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Lágrimas e tristeza tomaram conta dos arredores da estação de TV norte-americana WDBJ7 nesta quinta-feira (27), depois que dois jornalistas do canal foram mortos a tiros ao vivo pelo ex-repórter Bryce Williams, que havia sido demitido da empresa há cer...
Lágrimas e tristeza tomaram conta dos arredores da estação de TV norte-americana WDBJ7 nesta quinta-feira (27), depois que dois jornalistas do canal foram mortos a tiros ao vivo pelo ex-repórter Bryce Williams, que havia sido demitido da empresa há cerca de um ano



















