Mísseis, minas navais, drones: as armas que marcaram os dois meses de guerra no Irã
Guerra dos EUA e de Israel contra o regime iraniano completa dois meses nesta terça-feira (28) com uso de tecnologias avançadas
Internacional|Do R7
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Nesta terça-feira (28), a guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã completa dois meses. O conflito, que se escalou para outros países do Oriente Médio, tem sido marcado por armas de última geração que ampliaram o alcance e a intensidade dos ataques.
Entre os destaques estão bombas de grande porte, mísseis de fragmentação, drones com tecnologias avançadas e minas navais.
Uma das armas que chama atenção é a bomba GBU-72, também conhecida como “bomba antibunker”. A arma usada pelos Estados Unidos é projetada para atingir alvos subterrâneos, como instalações militares protegidas, e pode atravessar camadas de solo e concreto antes de explodir.
A precisão é outro ponto de destaque. A GBU-72 utiliza um sistema de orientação por GPS, que permite atingir alvos específicos mesmo em condições adversas, aumentando a eficiência das operações.
Do lado iraniano, um dos armamentos utilizados são os mísseis de fragmentação. Eles se abrem no ar e liberam diversas submunições sobre uma área extensa. A arma é capaz de atingir soldados, veículos e estruturas, tudo ao mesmo tempo.
Além disso, parte dessas submunições não explode no momento do lançamento e permanece ativa quando chega ao solo, funcionando como minas terrestres e oferecendo risco mesmo depois dos ataques.
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Embora já sejam conhecidos em cenários de guerras, o uso do drone Shahed-136 se consolidou como uma das principais estratégias do Irã devido ao baixo custo e fácil produção. Ele pode ser lançado em grande quantidade contra diferentes tipos de alvo.
Neste caso, o objetivo não é apenas a precisão, e sim o volume. Vários drones são disparados ao mesmo tempo para tentar ultrapassar os sistemas de defesa aérea do país inimigo.
Outra tecnologia que marca os dois meses de guerra são as minas navais. Esse tipo de armamento fica submerso e é acionado quando uma embarcação se aproxima. Ao explodir, ele gera uma onda de choque debaixo d’água, capaz de danificar estruturas e sistemas internos dos navios.
Recentemente, os Estados Unidos acusaram o Irã de espalhar minas navais no estreito de Ormuz. A arma preocupa as forças americanas, pois, além de ser difícil de ser localizada, ela pode se deslocar devido às correntes marítimas.
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