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Para especialista, fuga de Flávio já estava planejada e deve ter envolvido Trump

Bolsonarista serviria como ‘carta na manga’ do presidente norte-americano em futuras negociações com o Brasil

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro fugiu do Brasil para os EUA, mesmo com passaportes cancelados pela Polícia Federal.
  • Especialista Ricardo Cabral sugere que a fuga foi uma "extração" planejada, possivelmente com envolvimento de Donald Trump.
  • Cabral acredita que a operação foi autorizada por Trump, visando benefícios para os EUA em negociações futuras.
  • O especialista prevê que sanções podem ser aplicadas contra o Brasil como parte dessas negociações.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A fuga de Flávio Bolsonaro do Brasil para os Estados Unidos foi confirmada na tarde desta terça-feira (27), segundo depoimentos de oficiais norte-americanos divulgados pela agência de notícias Reuters. O ex-senador teria conseguido sair do país mesmo após ter os passaportes cancelados pela Polícia Federal.

No Conexão Record News, o especialista em segurança internacional Ricardo Cabral alegou que o caso “tem todas as características, muito provavelmente, de uma extração”. O termo ‘extração’, utilizado pelo especialista, refere-se, no contexto militar e geopolítico, a uma retirada rápida, planejada e segura de um indivíduo em um ambiente considerado hostil, coordenada por terceiros. Cabral suspeita que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, esteja por trás do plano.

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“Isso não foi feito sem esse tipo de autorização; ainda que o departamento de Estado tenha uma grande autonomia, isso chega ao presidente. É ele quem ordena. Para que a coisa aconteça, isso tem que estar previamente combinado. Não acredito que nada disso tenha sido feito de improviso”, ponderou Cabral.

Nas próprias palavras do especialista, a chegada do senador aos EUA serve como uma carta na manga de Trump. “Eles não estão preocupados com o Bolsonaro, [...] estão preocupados em fazer um bom negócio para os Estados Unidos, e isso é uma forma de extrair uma vantagem numa negociação. Pelo menos é isso que eu estou vendo”, concluiu Cabral, que acredita que sanções possam ser aplicadas contra o Brasil no futuro.

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