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Prêmio Nobel da Paz: veja a lista de ganhadores desde 1910

Jurista sul-africana Navi Pillay foi anunciada nesta sexta-feira (9) como ganhadora de 2026

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Navi Pillay, jurista sul-africana, foi anunciada como vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026.
  • Ela foi reconhecida por sua atuação em defesa da paz e do direito internacional.
  • O Prêmio Nobel, criado por Alfred Nobel, celebra contribuições para a paz mundial.
  • Vencedores notáveis incluem Nelson Mandela, Martin Luther King Jr., a Cruz Vermelha e as Nações Unidas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Navi Pillay tem 85 anos e nasceu em Durban, na África do Sul Reprodução/UN Photo/Jean-Marc Ferré

A jurista sul-africana Navi Pillay foi anunciada nesta sexta-feira (9) como ganhadora do Prêmio Nobel da Paz de 2026. Aos 85 anos, ela foi reconhecida por sua atuação em defesa da paz e do direito internacional, incluindo o trabalho para responsabilizar autores de crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídios.

Criada a partir do testamento do inventor sueco Alfred Nobel, a premiação contempla pessoas e organizações que contribuem para a paz mundial. Ao longo de mais de um século, os vencedores representaram diferentes frentes de atuação, como negociações diplomáticas, defesa dos direitos humanos, combate à discriminação, desarmamento e assistência humanitária.

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A lista reúne desde líderes históricos, como Nelson Mandela e Martin Luther King Jr., até organizações como a Cruz Vermelha e as Nações Unidas.

Veja Também

Relembre os ganhadores:

  • 2025 — María Corina Machado: líder da oposição venezuelana, foi reconhecida pela atuação em defesa dos direitos democráticos e pela busca de uma transição pacífica para a democracia no país.
  • 2024 — Nihon Hidankyo: organização japonesa formada por sobreviventes das bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki. Recebeu o prêmio por defender um mundo livre de armas nucleares e dar testemunho dos efeitos desses armamentos.
  • 2023 — Narges Mohammadi: ativista iraniana que combate a opressão contra as mulheres e defende os direitos humanos e as liberdades individuais.
  • 2022 — Ales Bialiatski, Memorial e Centro para as Liberdades Civis: o ativista bielorrusso e as organizações da Belarus, da Rússia e da Ucrânia foram reconhecidos por documentar violações de direitos humanos, denunciar abusos de poder e defender a sociedade civil.
  • 2021 — Maria Ressa e Dmitry Muratov: jornalistas filipina e russo, respectivamente, premiados pela defesa da liberdade de expressão e do jornalismo independente.
  • 2020 — Programa Mundial de Alimentos: agência da ONU reconhecida pelo combate à fome e pelo trabalho humanitário em regiões afetadas por conflitos.
  • 2019 — Abiy Ahmed Ali: primeiro-ministro da Etiópia, premiado por sua iniciativa para resolver o conflito entre o país e a Eritreia.
  • 2018 — Denis Mukwege e Nadia Murad: médico congolês e ativista iraquiana, reconhecidos pela luta contra o uso da violência sexual como arma de guerra.
  • 2017 — Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN): coalizão que mobiliza governos e organizações para eliminar os arsenais nucleares.
  • 2016 — Juan Manuel Santos: presidente colombiano reconhecido pelos esforços para encerrar décadas de conflito armado entre o governo e as Farc.
  • 2015 — Quarteto para o Diálogo Nacional da Tunísia: grupo de organizações civis que ajudou a conduzir o país a uma transição democrática após a revolução de 2011.
  • 2014 — Kailash Satyarthi e Malala Yousafzai: ativistas que combatem a exploração infantil e defendem o direito das crianças à educação.
  • 2013 — Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ): premiada pelos esforços para eliminar armas químicas.
  • 2012 — União Europeia: reconhecida por sua contribuição para a paz, a reconciliação, a democracia e os direitos humanos na Europa.
  • 2011 — Ellen Johnson Sirleaf, Leymah Gbowee e Tawakkol Karman: ativistas reconhecidas pela luta não violenta pelos direitos das mulheres e por sua participação na construção da paz.
  • 2010 — Liu Xiaobo: escritor e dissidente chinês, premiado por sua defesa pacífica dos direitos humanos e das liberdades políticas.
  • 2009 — Barack Obama: ex-presidente dos Estados Unidos, reconhecido pelos esforços para fortalecer a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos.
  • 2008 — Martti Ahtisaari: diplomata e ex-presidente da Finlândia, atuante em negociações de paz e na resolução de conflitos internacionais.
  • 2007 — Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e Al Gore: reconhecidos pelo trabalho de divulgação e conscientização sobre as mudanças climáticas e suas consequências.
  • 2006 — Muhammad Yunus e Grameen Bank: economista de Bangladesh e banco que ajudaram a expandir o microcrédito como instrumento de combate à pobreza.
  • 2005 — Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e Mohamed ElBaradei: premiados pelos esforços para impedir que a energia nuclear fosse usada para fins militares e para garantir sua utilização pacífica.
  • 2004 — Wangari Maathai: ambientalista queniana que relacionou a proteção ambiental à democracia, aos direitos das mulheres e ao desenvolvimento sustentável.
  • 2003 — Shirin Ebadi: advogada iraniana reconhecida pela defesa da democracia, dos direitos das mulheres e das crianças.
  • 2002 — Jimmy Carter: ex-presidente dos Estados Unidos, premiado por sua atuação em negociações de paz, defesa da democracia e promoção dos direitos humanos.
  • 2001 — Organização das Nações Unidas (ONU) e Kofi Annan: reconhecidos pelo trabalho em favor da cooperação internacional e de uma ordem mundial mais pacífica.
  • 2000 — Kim Dae-jung: ex-presidente sul-coreano, premiado pela defesa da democracia e pelos esforços de reconciliação com a Coreia do Norte.
  • 1999 — Médicos Sem Fronteiras: organização humanitária reconhecida pelo atendimento médico a pessoas afetadas por guerras, epidemias e crises.
  • 1998 — John Hume e David Trimble: políticos da Irlanda do Norte que ajudaram a construir uma solução negociada para o conflito na região.
  • 1997 — Campanha Internacional para Banir Minas Terrestres e Jody Williams: premiados pela mobilização internacional contra minas antipessoais e pela remoção desses explosivos.
  • 1996 — Carlos Filipe Ximenes Belo e José Ramos-Horta: representantes de Timor-Leste reconhecidos pelos esforços para encontrar uma solução pacífica para o conflito no território.
  • 1995 — Joseph Rotblat e Conferências Pugwash: físico e organização científica que atuaram para reduzir o papel das armas nucleares na política internacional.
  • 1994 — Yasser Arafat, Shimon Peres e Yitzhak Rabin: líderes palestino e israelenses reconhecidos pelos esforços para negociar a paz no Oriente Médio.
  • 1993 — Nelson Mandela e F. W. de Klerk: premiados pela contribuição para o fim do apartheid na África do Sul e para a construção de uma democracia multirracial.
  • 1992 — Rigoberta Menchú Tum: ativista indígena guatemalteca que defendeu a justiça social e os direitos dos povos indígenas.
  • 1991 — Aung San Suu Kyi: líder da oposição em Mianmar, reconhecida pela resistência não violenta em defesa da democracia e dos direitos humanos.
  • 1990 — Mikhail Gorbachev: líder soviético premiado por seu papel nas mudanças que reduziram as tensões entre o bloco soviético e o Ocidente.
  • 1989 — Dalai Lama: líder espiritual tibetano reconhecido pela defesa de soluções pacíficas para o conflito no Tibete.
  • 1988 — Forças de Manutenção da Paz da ONU: premiadas pelo trabalho de prevenção de confrontos armados e criação de condições para negociações.
  • 1987 — Óscar Arias Sánchez: presidente da Costa Rica reconhecido por seus esforços para promover a paz na América Central.
  • 1986 — Elie Wiesel: escritor e sobrevivente do Holocausto, que dedicou sua obra à memória das vítimas e à defesa da dignidade humana.
  • 1985 — Médicos Internacionais para a Prevenção da Guerra Nuclear: organização que alertou sobre as consequências de uma guerra nuclear.
  • 1984 — Desmond Tutu: arcebispo sul-africano e liderança da campanha não violenta contra o apartheid.
  • 1983 — Lech Wałęsa: sindicalista polonês que liderou o movimento Solidariedade em defesa dos direitos trabalhistas e das liberdades políticas.
  • 1982 — Alva Myrdal e Alfonso García Robles: diplomatas reconhecidos pela atuação em favor do desarmamento e da criação de zonas livres de armas nucleares.
  • 1981 — Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR): premiado pela proteção e assistência a pessoas obrigadas a deixar suas casas.
  • 1980 — Adolfo Pérez Esquivel: ativista argentino que denunciou violações de direitos humanos e defendeu a resistência não violenta na América Latina.
  • 1979 — Madre Teresa de Calcutá: religiosa reconhecida pelo trabalho de assistência a pessoas pobres, doentes e em situação de vulnerabilidade.
  • 1978 — Anwar Sadat e Menachem Begin: ex-líderes do Egito e de Israel, respectivamente, premiados pelas negociações que resultaram em um acordo de paz entre os dois países.
  • 1977 — Anistia Internacional: organização reconhecida pela defesa internacional dos direitos humanos e pela denúncia de abusos.
  • 1976 — Betty Williams e Mairead Corrigan: ativistas da Irlanda do Norte que mobilizaram a população contra a violência do conflito local.
  • 1975 — Andrei Sakharov: físico soviético que se tornou um dos principais defensores dos direitos humanos e do desarmamento.
  • 1974 — Seán MacBride e Eisaku Satō: o primeiro foi reconhecido pela atuação em defesa dos direitos humanos; o segundo, por sua contribuição para a estabilidade no Pacífico e pelo apoio ao Tratado de Não Proliferação Nuclear.
  • 1973 — Henry Kissinger e Lê Đức Thọ: representantes dos Estados Unidos e do Vietnã do Norte premiados pelas negociações de um cessar-fogo durante a Guerra do Vietnã. Lê Đức Thọ recusou o prêmio, alegando que a paz não havia sido efetivamente estabelecida.
  • 1972 — Sem premiado: o comitê não concedeu o Nobel da Paz naquele ano.
  • 1971 — Willy Brandt: chanceler da Alemanha Ocidental reconhecido por sua política de aproximação e diálogo com países do bloco socialista.
  • 1970 — Norman Borlaug: agrônomo associado à Revolução Verde, que ampliou a produtividade agrícola e contribuiu para o combate à fome.
  • 1969 — Organização Internacional do Trabalho (OIT): premiada por promover normas internacionais de trabalho e melhores condições para os trabalhadores.
  • 1968 — René Cassin: jurista francês que teve papel importante na elaboração da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
  • 1967 — O Nobel da Paz não foi concedido.
  • 1966 — O Nobel da Paz não foi concedido.
  • 1965 — Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef): organização reconhecida pela assistência e proteção de crianças, especialmente em situações de crise.
  • 1964 — Martin Luther King Jr.: pastor e ativista norte-americano premiado pela liderança da luta não violenta pelos direitos civis da população negra.
  • 1963 — Comitê Internacional da Cruz Vermelha e Liga das Sociedades da Cruz Vermelha: reconhecidos pelo trabalho humanitário e pela assistência a vítimas de guerras e catástrofes.
  • 1962 — Linus Pauling: cientista que se tornou uma das principais vozes contra os testes nucleares e os riscos da radiação.
  • 1961 — Dag Hammarskjöld: secretário-geral da ONU reconhecido por sua atuação diplomática e pela tentativa de resolver conflitos internacionais. O prêmio foi concedido postumamente.
  • 1960 — Albert Lutuli: líder sul-africano que defendeu a resistência não violenta ao apartheid.
  • 1959 — Philip Noel-Baker: político britânico que dedicou décadas à defesa do desarmamento e da paz internacional.
  • 1958 — Georges Pire: religioso belga reconhecido pelo trabalho de apoio a refugiados e pela busca de condições para que reconstruíssem suas vidas.
  • 1957 — Lester B. Pearson: diplomata canadense que contribuiu para a criação de uma força de emergência da ONU durante a crise de Suez.
  • 1956 — O comitê não concedeu o Nobel da Paz.
  • 1955 — O comitê não concedeu o Nobel da Paz.
  • 1954 — Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR): premiado pelo auxílio e pela proteção oferecidos a refugiados no período posterior à Segunda Guerra Mundial.
  • 1953 — George C. Marshall: ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, reconhecido pelo plano de recuperação econômica da Europa após a Segunda Guerra Mundial.
  • 1952 — Albert Schweitzer: médico, filósofo e teólogo reconhecido por seu trabalho humanitário, especialmente na África.
  • 1951 — Léon Jouhaux: sindicalista francês que defendeu a justiça social e a cooperação entre trabalhadores e nações.
  • 1950 — Ralph Bunche: diplomata norte-americano que mediou negociações de armistício entre Israel e países árabes após a guerra de 1948.
  • 1949 — John Boyd Orr: médico e nutricionista britânico que combateu a fome e defendeu a melhoria da alimentação mundial.
  • 1948 — O prêmio não foi concedido naquele ano.
  • 1947 — Conselho de Serviço dos Amigos e Comitê de Serviço dos Amigos Americanos: organizações quacres reconhecidas pela assistência humanitária e pela promoção da reconciliação.
  • 1946 — Emily Greene Balch e John R. Mott: a primeira foi ativista pacifista; o segundo, líder religioso que promoveu a cooperação internacional.
  • 1945 — Cordell Hull: ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, reconhecido por sua participação na criação da ONU.
  • 1944 — Comitê Internacional da Cruz Vermelha: premiado pelo trabalho de proteção e assistência a prisioneiros de guerra e civis durante conflitos.
  • 1943 — O prêmio não foi concedido durante a Segunda Guerra Mundial.
  • 1942 — O prêmio não foi concedido durante a Segunda Guerra Mundial.
  • 1941 — O prêmio não foi concedido durante a Segunda Guerra Mundial.
  • 1940 — O prêmio não foi concedido durante a Segunda Guerra Mundial.
  • 1939 — O Nobel da Paz não foi concedido.
  • 1938 — Escritório Internacional Nansen para Refugiados: organização que prestou assistência a pessoas deslocadas e refugiadas.
  • 1937 — Robert Cecil: político britânico que promoveu a cooperação internacional e apoiou a Liga das Nações.
  • 1936 — Carlos Saavedra Lamas: diplomata argentino reconhecido por mediar o fim da Guerra do Chaco, entre Bolívia e Paraguai.
  • 1935 — Carl von Ossietzky: jornalista alemão e opositor do militarismo nazista, premiado por sua defesa da liberdade de expressão e da paz.
  • 1934 — Arthur Henderson: político britânico que trabalhou pelo desarmamento e presidiu a Conferência Mundial de Desarmamento.
  • 1933 — Norman Angell: escritor britânico que defendia a cooperação internacional e argumentava que a guerra trazia prejuízos econômicos às nações.
  • 1932 — O comitê não concedeu o prêmio naquele ano.
  • 1931 — Jane Addams e Nicholas Murray Butler: a primeira foi reformadora social e ativista pela paz; o segundo, educador que promoveu a cooperação internacional.
  • 1930 — Nathan Söderblom: arcebispo sueco que trabalhou pela aproximação entre igrejas e pela cooperação entre povos.
  • 1929 — Frank B. Kellogg: diplomata norte-americano reconhecido por sua participação no Pacto Kellogg-Briand, que buscava renunciar à guerra como instrumento de política nacional.
  • 1928 — O prêmio não foi concedido.
  • 1927 — Ferdinand Buisson e Ludwig Quidde: ativistas que contribuíram para aproximar as sociedades francesa e alemã e defender a cooperação pacífica.
  • 1926 — Aristide Briand e Gustav Stresemann: ministros das Relações Exteriores da França e da Alemanha, reconhecidos por sua participação nos Acordos de Locarno, que buscavam estabilizar as relações europeias.
  • 1925 — Austen Chamberlain e Charles G. Dawes: o primeiro atuou nas negociações dos Acordos de Locarno; o segundo elaborou um plano para reorganizar os pagamentos alemães de reparações após a Primeira Guerra Mundial.
  • 1924 — O comitê não concedeu o prêmio.
  • 1923 — O comitê não concedeu o prêmio.
  • 1922 — Fridtjof Nansen: explorador e diplomata norueguês que ajudou a repatriar prisioneiros de guerra e prestou assistência a refugiados.
  • 1921 — Hjalmar Branting e Christian Lange: políticos e diplomatas reconhecidos pelo apoio à cooperação internacional e às instituições voltadas à paz.
  • 1920 — Léon Bourgeois: político francês que defendeu a arbitragem internacional e participou da criação da Liga das Nações.
  • 1919 — Woodrow Wilson: ex-presidente dos Estados Unidos reconhecido por seu papel na criação da Liga das Nações, concebida para prevenir novas guerras.
  • 1918 — O prêmio não foi concedido durante o período final da Primeira Guerra Mundial.
  • 1917 — Comitê Internacional da Cruz Vermelha: reconhecido pela assistência a soldados feridos, prisioneiros de guerra e suas famílias durante a Primeira Guerra Mundial.
  • 1916 — O comitê não concedeu o prêmio durante a Primeira Guerra Mundial.
  • 1915 — O comitê não concedeu o prêmio durante a Primeira Guerra Mundial.
  • 1914 — O comitê não concedeu o prêmio durante a Primeira Guerra Mundial.
  • 1913 — Henri La Fontaine: jurista belga que promoveu o internacionalismo e a organização de mecanismos de cooperação entre países.
  • 1912 — Elihu Root: diplomata e ex-secretário de Estado dos Estados Unidos que defendeu a arbitragem internacional e acordos para resolver disputas entre países.
  • 1911 — Tobias Asser e Alfred Fried: Asser foi jurista e impulsionou a cooperação jurídica internacional; Fried foi jornalista e ativista pacifista que defendia a organização das relações entre países.
  • 1910 — Escritório Internacional Permanente da Paz: organização que conectava grupos pacifistas de diferentes países e ajudava a organizar encontros internacionais em defesa da paz.
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