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Presidente Lula ‘sai aliviado’ de encontro com Trump, diz especialista

Presidentes tiveram uma reunião a portas fechadas de mais de três horas em Washington, nesta quinta (7)

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Presidente Lula teve encontro "aliviado" com Donald Trump em Washington.
  • A reunião de mais de três horas focou em temas comerciais e geopolíticos, fortalecendo laços entre Brasil e EUA.
  • Conexões entre as administrações incluem momentos difíceis e críticas à ONU.
  • Brasil busca diversificação de parceiros e atração de investimentos dos EUA em setores estratégicos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Para compreender melhor as falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na coletiva de imprensa realizada após a reunião de mais de três horas entre ele e Donald Trump, o programa Link News conversou nesta quinta-feira (7) com Roberto Uebel, professor de relações internacionais da ESPM.

Ele entende que a reunião — que discutiu mais sobre temas comerciais e geopolíticos — fortaleceu a relação que o Brasil possui com os Estados Unidos e que Lula sai mais fortalecido com ela: “Eu diria que talvez o presidente saia aliviado porque conseguiu essa fotografia e conseguiu também, aparentemente, criar grupos de trabalho para o diálogo entre os dois países”.


Uebel enxerga semelhanças entre as administrações, que passam por momentos difíceis no momento. Enquanto Trump lida com um índice de aprovação em declínio, Lula sofreu derrotas recentes, como o veto da PL da Dosimetria e a falha ao tentar eleger Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal). O professor também apontou convergências nas posições dos dois a respeito da ONU (Organização das Nações Unidas).

O especialista cita as críticas feitas pelo brasileiro à falta de atualização e possibilidade de participação dentro do grupo. Já quanto à criação do Board of Peace (Conselho da Paz) pelo estadunidense, apesar de drástica, a medida teria poucas chances de desbancar a ONU.


Ainda é ressaltado por Uebel que a “geopolítica de 2026 não é a mesma geopolítica de 1945”, referindo-se a uma mudança no mundo com novos conflitos e novos paradigmas da política externa brasileira.

‘O Brasil tem buscado diversificação de parceiros, tem buscado também diminuir o peso da dependência da China em diversos setores da economia brasileira [...] e traz os Estados Unidos à mesa. Então me parece que, especificamente no caso do setor de terras raras e minerais críticos, o Brasil usa isso como mecanismo de negociação, mas também de atração dos Estados Unidos para esses investimentos aqui no Brasil", argumenta.

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