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Presidente paraguaio elogia posição de seu sucessor sobre Mercosul

Horacio Cartes, que assume o cargo oficialmente em agosto, foi elogiado por afirmar que não aceitará a presidência da Venezuela à frente do Mercosul

Internacional|Do R7

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Em Bruxelas, Horacio Cartes se encontrou com Herman Van Rompuy, presidente do Conselho Europeu da União Europeia
Em Bruxelas, Horacio Cartes se encontrou com Herman Van Rompuy, presidente do Conselho Europeu da União Europeia

O ex-presidente paraguaio, Federico Franco, elogiou seu sucessor Horacio Cartes por sua declaração nesta terça-feira (25) de que seu governo não aceitará a presidência da Venezuela à frente do Mercosul, na cúpula de Montevidéu, em 12 de julho.

"Sua posição me parece perfeita. Quero parabenizar o presidente eleito Horacio Cartes por sua decisão de se fazer respeitar", disse Franco à imprensa em um ato oficial.


Cartes "demonstra uma clara vocação de não permitir que a Venezuela possa chegar a exercer a presidência pró-tempore do Mercosul. Seu ingresso foi uma violação real", manifestou o chefe de Estado.

— Mas nossa vontade política tem um limite, que é o estado de direito. E, se a presidência for ocupada pela Venezuela, não será possível a reincorporação do Paraguai por uma questão de dignidade.


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Ele acrescentou que a discussão requer uma saída política, "e isso passa pela concessão da presidência pró-tempora ao Paraguai agora, porque lhe corresponde, de acordo com a alternância".


O Paraguai está suspenso do Mercosul desde 29 de junho de 2012, como represália de seus sócios pela destituição do ex-presidente Fernando Lugo no dia 22 desse mesmo mês. Lugo foi deposto por um julgamento político aberto pelo Congresso por "mau desempenho de suas funções".

O então vice-presidente Federico Franco assumiu o poder para completar o "mandato" que termina em 15 de agosto. O ato foi qualificado pelos presidentes do Mercosul como "golpe parlamentar".

Ao mesmo tempo em que sancionaram o Paraguai com uma suspensão, os presidentes de Brasil, Argentina e Uruguai resolveram aceitar o ingresso da Venezuela. Até então, a Venezuela estava impedida de entrar no bloco por oposição do Congresso do Paraguai desde 2006.

As autoridades do Mercosul anunciaram que na cúpula de Montevidéu se colocará a Venezuela à frente da presidência pró-tempore.

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