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Rebeldes controlam área em que avião caiu, mas moradores circulam entre destroços

Ucranianos aparecem tirando fotos e fazendo tributos às vítimas do acidente

Internacional|Do R7 com agências de notícias

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Moradores de vilarejos próximo ao local da queda, andam entre os destroços do avião tentando entender o que aconteceu
Moradores de vilarejos próximo ao local da queda, andam entre os destroços do avião tentando entender o que aconteceu

Mesmo com os rebeldes ucranianos controlando o acesso à área dos escombros do avião da Malaysia Airlines, que caiu na última quinta-feira (19), moradores da região ainda circulam livremente entre os destroços. Em meio ao recolhimento de pertences e corpos, os habitantes tiram fotos e tentam entender o que aconteceu.

Segundo Aleksandr, um camponês ouvido pela Agência Efe, os moradores locais estão perdidos e ainda esperam por explicações vindas de “um dos dois grupos” — fazendo alusão ao governo de Kiev e aos rebeldes.


— O que ocorreu? Muitas pessoas morreram e nenhum dos dois grupos vem nos dar uma explicação.

Rebeldes armados ainda controlam acesso a destroços do avião da Malaysia


Em fotos divulgadas pelo site DailyMail, os moradores da região aparecem caminhando entre os destroços, tirando fotos e fazendo tributos aos passageiros mortos enquanto membros do Ministério de Emergência da Ucrânia retiram os corpos das vítimas em sacos pretos.

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Interferência no local da queda

O secretário do Estado norte-americano, John Kerry, ressaltou durante um telefonema com o chanceler russo Sergei Lavrov, que os Estados Unidos estão “muito preocupados” sobre os relatos de que restos mortais das vítimas e destroços estavam sendo removidos ou adulterados.


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Kerry disse que os EUA também estão preocupados com a recusa a um “acesso apropriado” ao local da queda do avião a monitores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa e investigadores internacionais.

Mais tarde, durante o sábado (19), os rebeldes que têm controlado a região permitiram que monitores internacionais visitassem o local com mais frequência para identificar e recolher as vítimas.

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