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Reembolso de tarifas americanas ‘é uma vitória para a democracia mundial’, celebra economista

Juiz do Tribunal Comercial dos EUA determinou a devolução dos valores considerados ilegais pela Suprema Corte

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Juiz Richard Eaton determina reembolso de tarifas ilegais aos importadores nos EUA.
  • A decisão é resultado de uma determinação da Suprema Corte sobre a legalidade das tarifas de Donald Trump.
  • O economista Roberto Troster vê a medida como uma vitória para a democracia e para parceiros comerciais como o Brasil.
  • A situação levou a uma diversificação nas parcerias comerciais globais, beneficiando a economia brasileira.

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O juiz Richard Eaton, do Tribunal Comercial Internacional dos Estados Unidos em Manhattan, determinou que o governo comece a pagar bilhões de dólares em reembolsos a importadores que foram obrigados a pagar tarifas consideradas ilegais.

A decisão vem após a Suprema Corte do país decidir, no mês passado, que a lei usada pelo presidente Donald Trump durante o tarifaço não autoriza a criação de taxas sem a aprovação do Congresso.


A imagem mostra Donald Trump sentado em uma cadeira de couro escuro, vestindo um terno azul com camisa clara e gravata vermelha. No paletó há um pequeno pin com a bandeira dos EUA. Atrás da cadeira, aparecem bandeiras.
No último mês, Suprema Corte determinou que tarifas de Trump necessitam de aval do Congresso Reprodução/Record News

Em entrevista ao Conexão Record News desta quinta-feira (5), o economista Roberto Troster analisa que a medida demonstra um reforço da independência dos poderes americanos e dos limites de atuação de Trump. Ele também destaca que a medida é boa para os parceiros comerciais, como o Brasil, que podem se beneficiar da devolução de valores.

“É uma vitória, é uma vitória para a democracia americana e é uma vitória para a democracia mundial, quer dizer, começa a mostrar os limites que Trump tem nas suas ações e é uma vitória para o Brasil, que vai ter uma receita extra que sempre vem bem, mais dinheiro que sempre é bem-vindo”, afirma Troster.


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Apesar dos ônus da decisão, o economista aponta que as medidas do republicano fizeram com que o mundo buscasse novas parcerias comerciais, evitando a dependência de apenas um país forte.

“Então, estamos diversificando o acordo União Europeia-Mercosul, é um avanço, começamos a olhar, já fizemos um acordo com a Índia, o presidente Lula foi para a Coreia [do Sul] também para mais acordos. Nós estamos abrindo o leque, o que é positivo. Quer dizer, se você tem parceiros bem diversificados, você não depende só de um”, finaliza.

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