Relembre cinco catástrofes climáticas que marcaram 2025
Diferentes países enfrentaram incêndios, tempestades, ciclones, inundações e calor extremo ao longo deste ano
Internacional|Do R7
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Incêndios, tempestades, ciclones, inundações e calor extremo foram alguns dos eventos que provocaram tragédias ao redor do planeta neste ano.
Em 2025, 157 eventos climáticos foram considerados extremos, sendo ondas de calor e enchentes os mais comuns, com cerca de dois terços dos registros feitos pelo WWA (World Weather Attribution), coletivo científico especializado em calcular o impacto do aquecimento global sobre eventos do clima. Tempestades e incêndios florestais foram outros fenômenos destacados pelo grupo.
“Nos 22 eventos extremos que analisamos em profundidade, ondas de calor, inundações, tempestades, secas e incêndios florestais causaram mortes, destruíram comunidades e devastaram plantações. Juntos, esses eventos pintam um quadro sombrio dos riscos crescentes que enfrentamos em um mundo em aquecimento”, diz o relatório divulgado este mês pelo WWA.
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Abaixo, relembre alguns dos fenômenos climáticos que provocaram tragédias em diferentes cantos do mundo.
Incêndios na Califórnia

Los Angeles, na Califórnia, viveu o pior incêndio de sua história no começo de 2025. Ainda no inverno, quando não é comum que incêndios ocorram, a região viu o clima impulsionar as chamas de forma rápida e mortal. Pelo menos 28 pessoas morreram e mais de 100 mil pessoas tiveram que deixar suas casas.
Especialistas defendem que o incêndio é consequência de extremos do clima, provocado pelas mudanças climáticas. Somente os incêndios florestais na Califórnia causaram prejuízos de US$ 60 bilhões.
Calor extremo na Europa

Também este ano, o hemisfério norte viveu um dos verões mais quentes da história. As temperaturas altas intensificadas pelas mudanças climáticas resultou em 16.500 mais mortes do que nos anos em que o clima não havia sido afetado por ações humanas, segundo estudo da Imperial College e World Weather Attribution.
“Na Europa, um estudo estimou que em 854 cidades, representando 30% da população europeia, 24.400 pessoas perderam a vida devido às altas temperaturas durante os meses de verão, entre junho e agosto”, afirma o relatório da WWA, se referindo à pesquisa do Imperial College de Londres.
Enchentes na Ásia
As chuvas torrenciais que atingiram a Ásia entre novembro e dezembro também deixaram vítimas em diferentes países. Além da ampla destruição, as enchentes provocaram pelo menos 1.200 mortes na Sri Lanka, Sumatra, Tailândia e Malásia.
O fenômeno foi resultado da passagem de três ciclones tropicais e de monções.
Segundo a organização beneficente britânica Christian Aid, os países asiáticos sofreram perdas que alcançaram a marca de US$ 25 bilhões.
Furacão no Caribe

A passagem do furacão Melissa por países do Caribe deixou um rastro de destruição e mais de 50 mortes. O Haiti foi o país que mais sentiu os efeitos do fenômeno, que não atingiu o país diretamente, mas provocou ventos fortes e tempestades. Em um dos casos, o transbordamento de um rio no sul do país causou a morte de dez crianças.
A Jamaica também sofreu as consequências do Melissa, que atingiu o país como o mais forte furacão da história. Ele também foi o primeiro furacão a tocar o solo jamaicano desde 1988.
Tornado no Paraná

Um tornado atingiu a região Sul em novembro deste ano e devastou o Paraná.
A cidade mais afetada foi Rio Bonito do Iguaçu, na região Centro-Sul do estado, que teve cerca de 90% dos prédios comerciais e residenciais da cidade atingidos pelo evento climático. Seis pessoas morreram e 400 ficaram feridas na cidade.
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