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Remoção de armas químicas da Síria pode sofrer atraso, diz Opaq

Internacional|Do R7

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OSLO, 9 Dez (Reuters) - A remoção de armas químicas da Síria pode demorar um pouco por causa das dificuldades de fazer a operação em meio à guerra, disse nesta segunda-feira o chefe da Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq).

No entanto, qualquer atraso deve ser pequeno, e o prazo de meados do ano que vem para destruir as armas continua realista, disse Ahmet Uzumcu, da Opaq, agência encarregada de supervisionar a destruição do arsenal químico sírio.

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As armas mais perigosas têm que ser removidas por volta do dia 31 dezembro. Armas de uma segunda categoria têm que ser removidas por volta de 5 de fevereiro.

"Por conta das circunstâncias do país, vai ser difícil seguir esse cronograma", afirmou Uzumcu à imprensa, em Oslo, onde ele vai receber o Prêmio Nobel da Paz de 2013 nesta quinta-feira.

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"Queremos cumprir cronogramas muito exigentes, e estou confiante de que o prazo final de fim de junho de 2014 (para destruir as armas) será cumprido", disse.

Ele afirmou que as dificuldades encontradas na Síria incluem segurança, particularmente em estradas secundárias e de acesso a instalações, e o exigente processo de verificação, que requer a cooperação do governo.

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Mesmo assim, ele disse que a primeira parte das armas pode ser removida até meados de janeiro. A segunda parte pode sair com uns dias de atraso. As armas serão retiradas da Síria em embarcações.

(Reportagem por Balazs Koranyi e Gwladys Fouche

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