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Rússia expressa 'tristeza' pela morte de jornalista da AFP na Ucrânia

Arman Soldin morreu após a área em que estava trabalhando ser atingida por um bombardeio

Internacional|Do R7, com AFP

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O jornalista Arman Soldin foi morto no Leste da Ucrânia após uma ofensiva com foguetes
O jornalista Arman Soldin foi morto no Leste da Ucrânia após uma ofensiva com foguetes

O governo russo expressou sua "tristeza" nesta quarta-feira (10) pela morte do jornalista da AFP Arman Soldin, de 32 anos, em um ataque com foguetes no leste da Ucrânia e afirmou que as circunstâncias em que ele morreu na terça-feira (9) devem ser esclarecidas.

"Devemos entender as circunstâncias da morte deste jornalista", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov. "Só podemos expressar nossa tristeza" pelo ocorrido, acrescentou. Soldin, o coordenador de vídeo da AFP na Ucrânia, foi morto na terça-feira perto de Chasiv Yar.


O coordenador de vídeo da agência de notícias francesa na Ucrânia foi morto na tarde de terça-feira (9) em um bombardeio que ocorreu por volta das 16h30 (horário local; 10h30 em Brasília) nos arredores de Chasiv Yar, localidade ucraniana perto de Bakhmut, região de constantes confrontos entre as tropas russas e as ucranianas.

Arman estava na companhia de quatro colegas, que saíram ilesos. Eles estavam com militares da Ucrânia quando foram surpreendidos pela ofensiva com foguetes.


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Ele foi o 11º repórter, guia ou motorista de jornalistas morto na Ucrânia desde o início da invasão russa ao país, em 24 de fevereiro de 2022, segundo balanço das ONGs especializadas Repórteres sem Fronteiras (RSF) e Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

"A Agência em seu conjunto está devastada", declarou Fabrice Fries, diretor-geral da AFP. "Sua morte é um lembrete terrível dos riscos e perigos aos quais os jornalistas são confrontados no dia a dia ao cobrir o conflito na Ucrânia", acrescentou.


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Jornalista cinematográfico experiente, Arman Soldin era coordenador de vídeo na Ucrânia desde setembro de 2022 e se deslocava com regularidade à frente de batalha.

O presidente francês, Emmanuel Macron, elogiou a "coragem" do jornalista da AFP Arman Soldin, e disse que compartilha "a dor de seus familiares e de todos os seus colegas".

"Jornalista da Agence France-Presse, um de nossos compatriotas, Arman Soldin, morreu na Ucrânia. Cheio de coragem, desde as primeiras horas do conflito estava no front para mostrar os fatos. Para nos informar", escreveu Macron no Twitter.

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