Rússia pode levar cerca de 100 anos para conquistar a Ucrânia, segundo militares
Relatório do Instituto para o Estudo da Guerra afirma que as forças russas estão com problemas internos
Internacional|Do R7
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Em meio à guerra com a Ucrânia, o Exército da Rússia pode estar lidando com problemas internos, segundo um relatório do ISW (Instituto para o Estudo da Guerra), que analisou o relato de um blogueiro militar.
O membro das forças russas prevê que, se o conflito seguir no ritmo atual, o país levará cerca de 100 anos para conquistar a Ucrânia.
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De acordo com o blogueiro, o exército russo precisa de uma série de reformas, como aumentar a quantidade de treinamentos para militares, diminuir a pressão sobre os comandantes de escalões inferiores e mudar as estratégias de infiltração no país inimigo.
Além disso, o militar comentou que, considerando a capacidade dos drones ucranianos, a base industrial de defesa deveria investir em novas tecnologias, principalmente para melhorar a proteção dos veículos blindados no campo de batalha.
Esta não é a primeira vez que um militar relata problemas internos do exército na internet. Alguns dos comentaristas, inclusive, foram detidos pelas autoridades russas. Segundo o ISW, as declarações atuais do blogueiro podem ser uma das últimas críticas ao governo antes que a proibição do Telegram seja implantada.
A medida, além de fazer com que os membros das forças russas usem plataformas controladas pelo Estado, prejudicaria a utilização de sistemas de defesa.
“Os esforços do Kremlin para restringir a internet aberta russa estão prejudicando a eficácia dos sistemas russos de alerta de ataques aéreos nas regiões fronteiriças. O governador da região de Belgorod, Vyacheslav Gladkov, afirmou em 23 de março que os moradores da região não conseguem configurar notificações push sobre ameaças de mísseis por meio do aplicativo de mensagens estatal russo Max”, diz um trecho do relatório.
“Gladkov observou que este é um dos problemas ‘mais urgentes’ que afligem toda a região fronteiriça, já que todo o sistema de alerta de mísseis e drones da Rússia é baseado em notificações push, provavelmente se referindo às funções de notificação disponíveis em outras plataformas de mensagens, como o Telegram.”
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