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Tailândia lembra vítimas de atentado em Bancoc com cerimônia religiosa

Autoridades seguem sem dar uma explicação clara sobre a autoria do ataque

Internacional|Do R7

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Monges budistas iniciaram a prece, à qual se uniram muçulmanos, cristãos, hindus e siques
Monges budistas iniciaram a prece, à qual se uniram muçulmanos, cristãos, hindus e siques

A Tailândia homenageou nesta sexta-feira (21) as vítimas do atentado de segunda-feira (17) em Bancoc com uma cerimônia inter-religiosa, enquanto as autoridades seguem sem dar uma explicação clara sobre a autoria de um ataque que ainda não foi reivindicado.

Monges budistas iniciaram a prece, à qual se uniram religiosos muçulmanos, cristãos, hindus e siques, realizada no mesmo templo onde ocorreu a explosão e no qual também estiveram presentes autoridades locais e representantes do corpo diplomático. Operários municipais trabalharam toda a noite no templo de Erawan para reparar os últimos sinais visíveis da explosão, que deixou 20 mortos e mais de cem feridos.

O jovem que foi gravado por câmeras de segurança enquanto deixava uma mochila no recinto religioso momentos antes da explosão continua sendo o principal alvo de uma investigação sobre a qual a polícia e a junta militar seguem divulgando informações contraditórias. O chefe da polícia, Somyot Pumpanmuang, disse na quinta-feira (20) que o ataque foi planejado durante um mês por uma rede de 10 indivíduos, entre os quais haveria estrangeiros e tailandeses. Entre eles havia outras duas pessoas que aparecem nas imagens das câmeras de segurança, mas que ontem à noite foram descartadas pela polícia após comprovar que ambos suspeitos são guias turísticos.

Explosão atinge centro de Bancoc, na Tailândia, e deixa dezenas de pessoas mortas 

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Polícia da Tailândia diz que atentado foi obra de 'rede'

Por sua parte, o porta-voz da junta militar, Winthai Suvari, qualificou como "improvável" que o terrorismo internacional esteja por trás do ataque, conclusão à qual chegou após consultar serviços de inteligência de países aliados. Suvari também negou que os alvos do ataque fossem cidadãos da China, país de nacionalidade da maioria de vítimas estrangeiras.

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Apesar dos fortes controles de segurança desdobrados em aeroportos e pontos fronteiriços, a missão de captura dos suspeitos ainda não deu resultados.

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