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Trump minimiza viagem do chefe da CIA à Rússia e afirma que visita é ‘rotineira’

Reunião ocorre após sanções dos EUA ao Irã e em meio à paralisação das negociações de paz na Ucrânia

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump descreveu a visita do diretor da CIA, John Ratcliffe, à Rússia como "rotineira".
  • Trump negou que a viagem fosse para alertar o Kremlin sobre limites da OTAN ou sobre sanções ao Irã.
  • O porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, confirmou que Ratcliffe não se encontraria com Vladimir Putin.
  • A viagem ocorreu após o anúncio de sanções dos EUA contra o Irã e em meio a negociações paralisadas sobre a Ucrânia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Trump negou que a visita fosse para advertir o Kremlin sobre limites da Otan ou sanções ao Irã Nathan Howard/Pool via Reuters - 31.07.2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou como “rotineira” a visita do diretor da CIA (Central Intelligence Agency), John Ratcliffe, à capital da Rússia, Moscou, em uma visita surpresa que ocorre em meio às tensões de Washington com o Irã e às negociações de paz pela Ucrânia completamente paralisadas.

“Ele está lá e isso é algo quase rotineiro: odeio decepcionar as pessoas. Gostaríamos de ver o fim da guerra na Ucrânia; é uma guerra que nunca teria começado se eu fosse presidente”, afirmou durante uma entrevista com o apresentador de rádio conservador Glenn Beck.


O republicano negou que Ratcliffe tenha viajado a Moscou para lançar uma advertência direta ao Kremlin sobre os limites inegociáveis da Otan (Organização do Atlântico Norte), especialmente diante de uma eventual agressão ou desestabilização direta, uma teoria que ganhou força à luz da viagem que o então diretor da CIA, William Burns, realizou à Rússia alguns meses antes do início da invasão russa da Ucrânia.

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Da mesma forma, Trump descartou que o chefe da CIA esteja em Moscou para alertar a Rússia sobre os possíveis riscos que ela correria caso ajudasse o Irã a contornar as novas sanções. “Não é nenhuma das opções anteriores”, disse ele durante a entrevista.


O porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, confirmou ontem que Ratcliffe não tinha agendado uma reunião com o presidente russo, Vladimir Putin. “Tudo o que posso dizer é que houve contatos por meio dos serviços de inteligência”, afirmou.

Sua viagem ocorre apenas um dia depois de o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos ter anunciado uma série de sanções contra Teerã e em um contexto de paralisação das negociações para pôr fim à guerra na Ucrânia.

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