JR ENTREVISTA: 'Beneficia a todos', diz presidente do BRB sobre fusão com o Banco Master
Paulo Henrique Costa comentou sobre os benefícios que a fusão do BRB com o Banco Master pode trazer
JR Entrevista|Do R7
O convidado do JR ENTREVISTA desta quinta-feira (3) é o presidente do BRB (Banco de Brasília), Paulo Henrique Costa. Ao jornalista Clébio Cavagnolle, o presidente do banco explicou a proposta de fusão com o Banco Master, anunciada nesta semana, os benefícios dela para a instituição e o impacto para os clientes.
Segundo ele, apesar de muitos terem visto o anúncio com surpresa, por a fusão de um banco público com um privado não ser comum, o caminho para chegar até o acordo está sendo traçado há um bom tempo. “O BRB nos últimos anos tem passado por uma transformação enorme. A gente era um banco que atuava muito no Distrito Federal e com foco somente em crédito consignado, com um tamanho pequeno e com uma limitada capacidade de competir no mercado financeiro. Desde então, a gente iniciou uma recriação do banco, tratando de reposicioná-lo, de que seja um banco completo, moderno, grande e presente no país inteiro”, explica.
Por isso, ele afirma que a fusão será benéfica para os diferentes atores envolvidos. “Isso beneficia a todos, aumenta a concorrência, traz novas oportunidades para os clientes, termina gerando emprego e renda, inclusive os acionistas se beneficiam. Então a gente está falando de uma grande operação para o país, mas que também tem um impacto, um benefício direto em Brasília”, destaca. Ele ainda acrescenta que a previsão é que em cinco anos, o banco tenha que aumentar em 50% o quadro de empregados.
“Significa que a gente vai precisar de mais gente, de mais tecnologia e, ao mesmo tempo, oferecer melhores soluções para a sociedade e para os nossos clientes. Para alegrar então quem está procurando emprego, desde já, há a possibilidade de geração de novos postos de trabalho com isso. Super importante, foi comunicado internamente. Então veja, seja para aqueles que estão procurando concurso, seja para aqueles que estão no mundo privado e que vão ver esse novo banco crescer, de novo, em sendo autorizado pelos órgãos competentes, tem boa notícia por aí”, elenca.
Para os clientes, Paulo Henrique explica que a diferença será nos produtos que poderão ser oferecidos. Segundo ele, com a fusão, o cliente do banco que antes tinha que buscar algum serviço fora da instituição não precisará mais. “Um banco completo, um banco que vai ter a capacidade de atender todas as necessidades com produtos e serviços para todos os tipos de cliente, seja o cliente pessoa física, de baixa renda, de média renda, de alta renda, private, seja micro, pequena, seja média, seja grande empresa, seja aquele cliente que procura um seguro, que procura investimentos, previdência. Esse é o nosso objetivo”, detalha.
A fusão está em análise pelo Banco Central e pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Segundo Paulo Henrique, todos os documentos necessários foram fornecidos e o banco contratou uma auditoria para fazer a análise da fusão. “Nesse momento, nós instruímos um processo no Banco Central que vai olhar com toda cautela, com toda qualidade e competência que lhe é característica. Também existe uma série de condições que a gente chama de precedentes antes do contrato ser assinado. É uma operação muito estruturada e isso contribui muito para mitigar risco.”
O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no PlayPlus.
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