Acidentes em turismo de aventura ressaltam necessidade de fiscalização
Casos recentes de acidentes em atividades turísticas no Brasil levantam questões sobre segurança
JR na TV|Ri7a, a inteligência artificial do R7

O recente acidente com Juliana Marins em Monte Verde, Minas Gerais, destaca a necessidade de maior fiscalização em atividades de turismo de aventura. Durante um passeio de quadriciclo, um acidente resultou em fraturas para uma turista. Além disso, no último sábado, oito pessoas morreram em Praia Grande, Santa Catarina, após um balão pegar fogo e cair.
A região de Capitólio, em Minas Gerais, também foi palco de um desastre há três anos, quando um deslizamento de rochas atingiu embarcações, resultando em dez mortes e vinte feridos. Apesar dos incidentes, o Brasil ainda é considerado um dos melhores destinos para turismo de aventura, conforme pesquisa de um portal americano.
O turismo de aventura no Brasil é favorecido pela geografia do país, com rios, cachoeiras e montanhas que proporcionam atividades como escalada e rafting. Mesmo estruturas urbanas, como um viaduto em São Paulo, são usadas para esportes radicais, como rapel. Especialistas apontam a falta de fiscalização como uma falha significativa. Segundo um advogado entrevistado na reportagem original: “A principal falha é de fiscalização dos órgãos de defesa do consumidor.” Ele sugere que uma maior vigilância poderia reduzir os riscos para os turistas.
Assista ao vídeo - Acidente com Juliana Marins traz à tona necessidade de maior fiscalização em turismo de aventura
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