Ex-comandante do Exército nega obstrução de prisões em depoimento ao STF
General depõe sobre ações durante manifestações de janeiro
JR na TV|Ri7a, a inteligência artificial do R7

O ex-comandante do Exército, Júlio Cesar de Arruda, prestou depoimento no Supremo Tribunal Federal afirmando não ter obstruído a ação da Polícia Militar do Distrito Federal para realizar prisões durante as manifestações de janeiro. Ele ocupava o cargo no início do mandato do presidente Lula e foi demitido após as invasões às sedes dos três poderes.
Arruda negou ter impedido a Polícia Militar de cumprir mandados de prisão dos manifestantes acampados em frente ao quartel general do Exército. As prisões foram ordenadas pelo ministro Alexandre de Moraes e ocorreram no dia seguinte às manifestações.
O ex-comandante da PM do Distrito Federal, coronel Fábio Augusto Vieira, alegou anteriormente ter sido ameaçado por Arruda ao tentar cumprir a ordem judicial. Arruda refutou essas alegações.
Ele declarou não ter tido contato com o ex-presidente Jair Bolsonaro nem envolvimento com os eventos de 8 de janeiro. Arruda depôs como testemunha de defesa no processo penal sobre a suposta tentativa de golpe de Estado envolvendo Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. Outros militares ouvidos no processo afirmaram que Cid agiu profissionalmente e lealmente às instituições.
Assista em vídeo - Ex-comandante do Exército depõe no STF nesta quinta (22)
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