PF investiga advogados de Bolsonaro por obstrução de inquérito
Suspeita envolve contato com família de Mauro Cid durante delação premiada
JR na TV|Ri7a, a inteligência artificial do R7

A Polícia Federal ouviu hoje o advogado, o ex-advogado e o ex-assessor de Jair Bolsonaro, investigados por suposta tentativa de obstrução no inquérito dos atos de 8 de janeiro. Eles teriam tentado entrar em contato com parentes do tenente-coronel Mauro Cid durante seu processo de delação premiada.
Fábio Weingarten, ex-chefe da Secretaria de Comunicação e ex-advogado de Bolsonaro, foi o primeiro a chegar à sede da Polícia Federal em São Paulo. Em sequência, Paulo Cunha Bueno, atual advogado de Bolsonaro, e Eduardo Cuntz, defensor do ex-assessor Marcelo Câmara, também compareceram. Câmara está preso preventivamente em Brasília e foi ouvido pela Polícia Federal.
Os depoimentos foram uma determinação do ministro Alexandre de Moraes após agentes terem acesso a dados do celular da filha de Mauro Cid. A investigação sugere que os advogados buscaram informações sobre a delação premiada do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.
Paulo Cunha Bueno negou qualquer tentativa de obtenção de informações sigilosas e pediu ao Supremo Tribunal Federal para cancelar seu depoimento. As defesas de Marcelo Câmara e Eduardo Cuntz não se manifestaram sobre o caso.
Assista ao vídeo - PF ouve advogado, ex-advogado e assessor de Bolsonaro em inquérito que apura os atos de 8 de janeiro
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