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Venda de canetas emagrecedoras exige receita médica nas farmácias

Uso de receitas falsas para adquirir medicamentos é crime no Brasil

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Canetas emagrecedoras: pessoas se arriscam em busca de receitas falsas para usar remédio
Canetas emagrecedoras: pessoas se arriscam em busca de receitas falsas para usar remédio

Desde a semana passada, as farmácias no Brasil só podem vender canetas emagrecedoras mediante apresentação de receita médica. No entanto, algumas pessoas ainda buscam receitas falsas para adquirir o medicamento sem orientação profissional, o que é considerado crime.

Uma investigação do Jornal da Record encontrou anúncios de venda de receitas médicas em redes sociais. Um homem se apresentou como Dr. Felipe e cobrou R$200 por uma receita, mas admitiu não ser médico quando confrontado. Os medicamentos injetáveis foram desenvolvidos para tratar diabetes e obesidade, mas têm sido usados para fins estéticos sem supervisão médica, aumentando o risco de efeitos adversos.


Especialistas alertam que o uso inadequado pode causar perda de massa magra junto com gordura. A prática é incentivada por influenciadores digitais, levando a um aumento nos efeitos colaterais. Conforme determinação da Anvisa, a venda desses medicamentos deve ser acompanhada de receita em duas vias, com uma delas retida pela farmácia. O uso de receitas falsas pode resultar em acusações criminais por falsidade ideológica ou uso de documento falso, com possibilidade de multa e prisão.

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