Banco de dados do Ministério da Justiça ajuda a identificar armas usadas por quadrilhas no país
Tecnologia acelera perícias e investigações, resolvendo casos complexos
JR na TV|Do R7
Um banco de dados nacional do Ministério da Justiça tem ajudado a identificar armas usadas por quadrilhas em diferentes regiões do país. A tecnologia acelera o trabalho da perícia e contribui para solucionar casos complexos. No maior laboratório de balística da América Latina, em São Paulo, peritos analisam materiais recolhidos em cenas de crimes, garantindo a rastreabilidade das provas.
Após o trabalho pericial, os dados seguem para o Sistema Nacional de Análise Balística, que cruza informações de todo o Brasil. Já são 100 mil peças cadastradas. Cada arma deixa uma marca única no projétil, e o sistema monta um ranking de possíveis correspondências. Foi assim no caso de uma quadrilha que atacou carros-fortes em Franca e Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, quando tiros de diferentes cenas foram identificados como provenientes das mesmas armas.
Até agora, quase 7 mil conexões entre crimes foram estabelecidas com ajuda da ferramenta. Segundo Isabel Figueiredo, diretora do Sistema Único de Segurança Pública, o recurso ajuda a entender “a dinâmica de onde as quadrilhas estão agindo e por onde as armas estão circulando”, além de agregar valor às investigações criminais.
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