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Caso Gisele: polícia pede prisão do tenente-coronel Geraldo Neto; Justiça ainda não se manifestou

Polícia Civil questiona a morte de Gisele Santana após descoberta de lesões suspeitas

JR na TV|Do R7

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O Ministério Público e a Justiça de São Paulo analisam o pedido de prisão do tenente-coronel Geraldo Neto. A investigação tomou a decisão após ter acesso a laudos que ficaram prontos nesta segunda-feira (16). Horas após a polícia pedir a prisão do oficial, ele apareceu na portaria do condomínio onde mora, em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Até o início da noite desta terça (17), o Ministério Público e a Justiça não se manifestaram sobre a detenção do policial. 

O tenente-coronel passa a ser suspeito de feminicídio quase um mês após a morte da esposa, a policial Gisele Santana. O caso foi registrado inicialmente como suicídio, mas depoimentos e laudos periciais mudaram a linha de investigação. O laudo complementar aponta sinais de mãos e unhas no pescoço e no rosto da vítima, o que sugere possível esganadura. 

A Corregedoria da Polícia Militar também analisa o caso. O ciúme de Geraldo Neto era assunto de Gisele com amigas. Em uma conversa, ela diz: "Tem que controlar o ciúme dele. Qualquer hora me mata. Fica cego."  

A defesa do oficial não se manifestou sobre o pedido de prisão feito pela investigação. Geraldo Neto afirma que é inocente, que jamais mataria a esposa e garante que ela se suicidou.



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