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Defensoria acusa PMs de abandonarem câmeras durante operação que levou à morte de estudante no RJ

Os equipamentos, de uso obrigatório, foram deixados pelos policiais antes da ação

JR na TV|Do R7

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Dois anos depois da operação da Polícia Militar no Complexo do Chapadão, no Rio de Janeiro, a família de Daniel Costa Ferraz ainda espera por explicações à respeito da morte do jovem estudante de 19 anos.

As câmeras corporais que deveriam registrar a operação filmaram apenas o interior de um armário no batalhão da PM, em Irajá, na zona norte do Rio. Os equipamentos, de uso obrigatório, foram deixados pelos policiais antes da ação.

Daniel foi morto a tiros no Complexo pelos policiais que deveriam estar equipados com câmeras. Antes de partirem para a delegacia, os PMs Felipe Cunha Campos Silva e Jeremias Santana Amaral, voltaram ao batalhão para pegar os aparelhos. Já dentro da viatura, eles discutiram a versão que seria apresentada à Polícia Civil.

O inquérito que pode esclarecer como a vítima foi morta ainda não foi concluído. De acordo com o Ministério Público, a investigação também não realizou as apurações que foram solicitadas em outubro de 2024.

Em nota, a Polícia Civil afirmou que "todas as diligências realizadas no âmbito do inquérito seguem rigorosamente os critérios técnicos e a legislação vigente". A defensoria pública entrou com uma ação contra o estado do Rio e pediu indenização de R$ 1 milhão e 300 mil para a família de Daniel.



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