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Guerra no Oriente Médio: EUA dizem que vão 'negociar com bombas' e ampliam pressão sobre o Irã

Em outra frente, a ONU anunciou que apura quem são os responsáveis pelos bombardeios que mataram três soldados das Nações Unidas no Líbano

JR na TV|Do R7

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O secretário de guerra dos Estados Unidos afirmou que o país vai "negociar com bombas" enquanto o Irã não aceitar um acordo pelo fim do conflito. O bombardeiro nuclear dos Estados Unidos B-52 começou a sobrevoar o Irã. A aeronave é mais vulnerável a ataques, por isso, só é usada quando o exército entende que não há uma ameaça iminente. "Atingimos mais de 11 mil alvos nos últimos 30 dias, o que nos dá superioridade aérea", disse Dan Caine, chefe das Forças Armadas.  

O secretário Pete Hegseth, destacou que os próximos dias serão decisivos e enquanto não há um acordo, os Estados Unidos negociarão com bombas. O secretário de guerra também cobrou aliados a intensificarem os esforços para liberar o estreito de Ormuz. 

A declaração segue na mesma linha da crítica de Donald Trump. Pelas redes sociais, o presidente sugeriu que os países europeus comprem o petróleo americano ou busquem o combustível por conta própria. Em outra frente, a ONU anunciou que apura quem são os responsáveis pelos bombardeios que mataram três soldados das Nações Unidas no Líbano. Durante uma reunião do conselho de segurança da ONU, Israel acusou o grupo terrorista Hezbollah pelos ataques.  

No Iraque, a jornalista americana Shelly Kittleson foi sequestrada, segundo autoridades do país. Nenhum grupo reivindicou o rapto até o momento. Os Estados Unidos informaram que a repórter tinha sido alertada sobre os riscos e agora trabalham pelo resgate o mais rápido possível. 

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