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Missão Humanitária: veja como Exército, Aeronáutica e Marinha salvam vidas em situações extremas

Mais de 34 mil militares, policiais e agentes públicos atuaram na operação “Taquari 2”

JR na TV|Do R7

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Em situações extremas, são os homens e as mulheres do Exército, da Aeronáutica e da Marinha que entram em ação para salvar vidas. Não é só proteger o território nacional. Há dois anos, o Brasil viveu a pior enchente da história: quase todo o estado do Rio Grande do Sul ficou debaixo d'água. Se não fosse a reação rápida das três forças, o número de vítimas teria sido muito maior. 

O trabalho das forças armadas começou no primeiro dia da catástrofe. Mais de 34 mil militares, policiais e agentes públicos atuaram na operação “Taquari 2”. O general Hertz comandou a força-tarefa: “Nós já tínhamos a experiência do comando conjunto realizado no ano anterior, de 2023, e colocamos em prática que foi reunir todos os especialistas novamente, só que numa dimensão muito maior”, explica o general.   

Foram mais de 77 mil pessoas e 12 mil animais resgatados. Com estradas e pontes arrasadas, foi preciso erguer passarelas de travessia às pressas. “O Exército, prontamente, por meio do nosso comando logístico, iniciou o deslocamento de todos os meios de pontes, todos os sistemas existentes na força, material que nós utilizamos para a guerra. Restabelecer essa ligação de uma forma mais rápida possível”, complementa o general Hertz Pires do Nascimento 

No sul gaúcho, uma das pontes ainda em funcionamento evita que a população fique isolada. A comunidade que fica logo ali atrás é composta, na maioria, por pescadores. São cerca de 5 mil pessoas que dependem desse acesso para saírem da região ou quem é de fora chegar até ali. A ponte do Exército, construída para ser uma medida provisória, se transformou na principal obra no interior do município de Pelotas (RS). A prioridade da operação era restabelecer o atendimento médico no estado e 13 hospitais de campanha foram erguidos pelas forças armadas. 

Quando as águas baixaram, um rastro de destruição tomou conta das ruas. A força-tarefa de limpeza urbana incluiu o Exército brasileiro e equipes do departamento municipal. Foram recolhidas mais de 215 mil toneladas de resíduos. Uma operação que durou cerca de oito meses. Dois anos depois da grande enchente, todos aqui estão mais fortes e resilientes.

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