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Nova tecnologia brasileira é capaz de recriar a pele humana para entender efeitos da menopausa

Além da pele mais seca, as mulheres percebem mudanças nas unhas e nos cabelos durante essa fase da vida

JR na TV|Do R7

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Uma nova tecnologia brasileira, inédita no mundo, é capaz de recriar a pele humana para entender melhor os efeitos da menopausa. Além da pele mais seca, as mulheres percebem mudanças nas unhas e nos cabelos durante essa fase da vida. Perto dos 45 anos, Marina percebeu que a pele estava diferente: "A pele ficando cada vez mais fina. As ruguinhas na testa, ao redor dos olhos ficando cada vez mais notáveis". Os sinais eram da menopausa.  

Essa fase do envelhecimento feminino é marcada pela queda na produção de hormônios, como explica a especialista do Hospital Moriah, Carolina Ambrogini: "Com o envelhecimento e a diminuição dos hormônios, principalmente do estrogênio, a pele tem uma perda maior tanto de água, então ela fica mais ressecada, e de colágeno, que é a principal proteína que dá sustentação à pele".  

As mulheres costumam entrar na menopausa em uma faixa etária entre 45 e 56 anos, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia. Entre os sintomas, estão mudança na textura dos cabelos, unhas frágeis, e pele mais seca e flácida. 

Para avançar nos estudos da menopausa, uma tecnologia inédita no mundo e desenvolvida no Brasil é capaz de recriar a pele humana com uma bioimpressora, a partir de células reais. Depois de pronta, a pele recebe hormônios para simular as alterações da menopausa. A partir dos resultados, pesquisadores podem desenvolver produtos mais adequados a essas mulheres. 

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