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PF aponta Mário Frias como líder de esquema que desviou verbas para cinebiografia de Jair Bolsonaro

Deputado é acusado de liderar esquema com recursos públicos para cinebiografia

JR na TV|Do R7

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A investigação da Polícia Civil de São Paulo sobre o filme Dark Horse, que teve o sigilo derrubado pelo ministro do Supremo Flávio Dino, aponta o deputado federal Mário Frias como líder de uma organização criminosa que teria desviado recursos públicos para financiar a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Em sua decisão, Dino afirmou que a investigação aponta a hipótese de Frias ocupar um papel de liderança na suposta arquitetura criminosa para captar, disseminar e ocultar recursos públicos. Nas redes sociais, o deputado negou as acusações e disse que não existe um real de recurso público no filme. 

A investigação também envolve o ICB, empresa de Karina Gama, responsável pela produtora do filme, a Go Up!. O instituto é suspeito de receber R$ 26 milhões da Prefeitura de São Paulo sem comprovação de serviços para instalação de redes de Wi-Fi. Segundo a polícia, o dinheiro teria passado por empresas subcontratadas e retornado à Go Up!, inclusive para financiar o filme. A empresa também teria recebido recursos de emendas parlamentares. 

A prefeitura afirmou que não identificou irregularidades no contrato e que os pontos de Wi-Fi seguem funcionando. Em nota, a defesa de Karina Gama disse que ela não praticou qualquer ato ilícito. Documentos também apontam que 27 dispositivos entregues à polícia podem ter sido violados, o que indicaria possível adulteração de provas.


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