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Queda de helicóptero que matou quatro reacende debate sobre voos panorâmicos no RJ

O prefeito chegou a pedir a suspensão temporária desse tipo de passeio

JR na TV|Do R7

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A morte de quatro pessoas na queda de um helicóptero reacendeu a discussão sobre os voos panorâmicos na cidade do Rio de Janeiro. O prefeito chegou a pedir a suspensão temporária desse tipo de passeio. A despedida de Alessandro Rocha, de 51 anos, reuniu familiares e alunos do piloto e instrutor de voo.  

Alessandro pilotava o helicóptero que caiu sábado (8), perto da Vista Chinesa, no Parque Nacional da Tijuca. Ele transportava três turistas colombianas da mesma família. Os corpos de Rocio Cubillos, de 59 anos, da filha Wendy Manrique, de 37, e da neta Sofia Murillo, de 17 anos, ainda não foram liberados do Instituto Médico Legal.  

Uma câmera que fica acoplada a aeronave foi localizada pelos Bombeiros e o cartão de memória entregue ao Cenipa para investigação sobre o que causou a queda. Em razão do acidente, o prefeito do Rio chegou a propor à Agência Nacional de Aviação Civil a suspensão dos voos panorâmicos, por uma ou duas semanas, para uma maior fiscalização nos helicópteros.  

A Anac informou que está em contato com o município para uma ação conjunta. A cidade do Rio de Janeiro tem uma média de 70 voos panorâmicos por dia. 11 empresas, inclusive a companhia responsável pelo helicóptero, têm autorização da Anac para oferecer esse serviço na capital. 

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